|
| |
|
CAPTAÇÃO
DEFINIÇÕES E FUNDAMENTOS.

(Foto registrada durante o último curso -
Setembro 2011)
A Captação é um processo de interação
inconsciente, no qual os conteúdos emocionais, ou
psíquicos, interagem ou são expressos durante um psicotranse.
A captação é realizada por uma
pessoa treinada (ou não), valendo-se de sinais subliminares ou intrapsíquicos,
tais como: estímulos não verbais, percepções periféricas, percepções
extra-sensoriais, ressonância de estados psíquicos etc..
A técnica da captação pode ser uma ferramenta psicológica de analise
em profundidade dos processos inconsciente de grande valia para o psicólogo
e o psicoterapeutas..
A Captação Transe-Terapia é um processo terapêutico de grande intensidade
dramática, no qual o sensitivo vive a história do paciente de uma forma
intensa, manifestando sem censura tudo aquilo que o paciente sente, ou tem
dentro de si sem verbalizar (semelhante ao psicodrama de Moreno). Desse modo ao passar essa carga emocional
pelo sensitivo, a pessoa captada se liberta desses conteúdos negativos,
sentindo-se aliviada imediatamente, como se ela mesma (a pessoa captada) tivesse
verbalizando tudo aquilo em uma intensa catarse. Mesmo que a pessoa captada
não assista o que o sensitivo esta manifestando (captação a distância), o resultado positivo da
captação é o mesmo. Cortando-se assim as "ligações energéticas negativas"
que interagem e interferem no corporal e comportamental, e que muitas vezes
a pessoa sozinha, por si mesma, não conseguem superar.
Após a captação, para a análise dos conteúdos, conscientização e orientação adequada, o "paciente" é atendido pelo
profissional que o assiste (médico,
psicólogo, psicoterapeuta, psiquiatra etc.), que,
conforme seu treinamento, poderá usar o modelo terapêutico de sua preferência. Sendo assim a captação uma técnica
muito utilizada em terapia breve, não
convencional, muito útil para aliviar distúrbios emocionais, tais como:
fobias, depressão, estresse, traumas, síndrome do pânico etc.. Este procedimento é eficiente ainda em crianças muito pequenas, até mesmo
em recém nascidos, ou pessoas em coma profundo. Pois, a ação terapêutica da captação não depende da atitude do paciente captado,
e sim da interação inconsciente. A
captação pode ser feita mesmo à qualquer distância, por intermédio de uma
pessoa que sirva de "elo de ligação
energética", seja: o pai, a mãe, o
irmão, a irmã, o cônjuge ou uma pessoa amiga muito íntima.
A ação terapêutica da captação é muito parecida àquela que acontece no
processo regressivo da TVP e nas curas espirituais,
nas quais os conteúdos parecem obedecerem a um simbolismo universal
(arquétipos), vinculados à crenças e valores do paciente, ou do seu grupo
familiar, ou social.
Veja os exemplos em
Caso tratados.
Reconhecimento da captação.
Esta técnica hoje já é reconhecida internacionalmente como sendo uma
importante e eficiente ferramenta no apoio aos profissionais das áreas
psicológicas e médicas. Esta técnica não exclui nem substitui outras
técnicas, ela pode ser usada como elemento auxiliar em qualquer terapia,
acelerando o processo terapêutico, independente do modelo utilizado, assim
ela é considerada complementar. Permitindo ainda, uma parceria muito significativa
entre sensitivo e técnico. Assim, a pessoa sensitiva passaria a ser um
auxiliar de terapia, equiparado aos auxiliares de enfermagem, ou aos egos
auxiliares (atores e atrizes) que colaboram no psicodrama.
A Captação nos possibilita observar o processo de interação
inconsciente, e medir os resultados dessa terapia pelas resposta e atitudes
positiva das pessoas captadas. Podemos assim acompanhar o processo
terapêutico, observando a eliminação de sintomas, angústias e depressões,
facilitando a solução dos problemas comportamentais e a melhora nas relações
familiares e sociais.
A captação na literatura especializada.
Em 1994, foi publicado na Alemanha o livro de autoria de Marina Spinu e
Henry Thorau, "Captação Trance-Therapie en Brasilien", Editora Reimer.
Nesse livro é descrita a técnica e os fundamentos dessa terapia,
seguindo uma visão de
uma etno-psiquiatria acadêmica com o rigor alemão.
Esse trabalho permitiu introduzir essa técnica nos grupos de psicodrama de
Berlim e na Clínica de Terapia Familiar Sistêmica dirigida pelo Dr. Jakob
Bosch, da Universty Medical School Basel, na Suíça.
A Captação-Transe-Terapia é um perfeito laboratório para o estudo das
relações humanas, dentro de uma visão holística, integrado conceitos de
disciplinas múltiplas, incluindo o extra-sensorial e a comunicação
inconsciente, já antevista na idéia do inconsciente coletivo de Jung. |
|
Para compreender esse
processo adequadamente, precisamos rever os nossos conceitos sobre a
comunicação e o processamento da informação entre os seres vivos, desde o
mais elementar sinal entre uma unidade viva, unicelular, até a complexa
informação PSI ou ressonância de sinais e padrões de comportamentos
complexos, comumente conhecidos como incorporações ou dramatização do
inconsciente.
Estaríamos abrindo com a técnica da captação uma possibilidade de estudo
controlado dos fenômenos produzidos pelos médiuns no espiritismo, passando
pelo laboratório experimental da observação controlada, e ainda, ampliando a
nossa compreensão do chamado efeito placebo, muito alem do puramente
convencional dos estudos estatísticos, estaríamos lidando com o qualitativo. |
A Captação na Bíblia.
Encontramos na Bíblia um relato que serviria para ilustrar o mecanismo da
captação. Em Mateus c. 8, v. 14 ao 17, podemos ler que Jesus
tomou a mão da sogra de Pedro, que estava em cama com febre, e a febre
sumiu. E logo, no v. 17, diz que ele tomava sobre si as enfermidades dos
outros. Jesus curaria tomando sobre si os sintomas (captando), como acontece
hoje com os sensitivos treinados. Embora algumas sensitivas, sem o
treinamento adequado, se queixam dizendo que ficam "carregadas" depois
de fazerem uma captação, outras aprendem
lidar com esse mecanismo e sentem um bem-estar muito grande. Tivemos
sensitivas na nossa equipe que se sentiam magnificamente bem, depois de
atenderem trinta "pacientes" sem interrupções, enquanto outras somente
faziam umas poucas sessões e ficavam muito cansadas, como se tivessem
realizado um grande esforço físico. Com a continuação do treinamento estas
passaram a realizar um número bem maior de sessões, sem queixas nenhuma.
(Temos centenas de fitas de vídeo, gravadas, desses atendimentos realizados
no CEPAL, sendo a próxima etapa desse estudo, a análise estatística desse
material). |
AS INTERAÇÕES
INCONSCIENTES ACONTECEM EM DIFERENTES "NÍVEIS PSI", OBEDECENDO
SEMPRE AS REGRAS DA INTERAÇÃO; UMA DELAS, A FUNDAMENTAL, É A
EXCITAÇÃO DO CAMPO PSI, SEM A QUAL NÃO EXISTE INTERAÇÃO.
SOMENTE CAMPOS EXCITADOS PODEM FAZER INTERAÇÕES ENTRE SI. |
| (ANOTAÇÕES PARA
UMA PESQUISA) Quando falamos de mundo exterior estamos admitindo,
antecipadamente, que existe um mundo interior, do qual "confortavelmente" observamos
tudo. O ser consciente que observa é o principio natural, pré-estabelecido pela
percepção do nosso binário neural (o neurônio só tem duas posições, dispara ou não). O binário: sujeito/objeto
é fisiológico; estabelecendo-se assim a separatividade.
Descartes não tinha outra alternativa naquela época (A. Damásio aponta o
seu erro).
A perda da unidade, a separatividade, é aquilo que a psicologia transpessoal
sinaliza como a fonte do nosso sofrimento. As religiões colocam a
fonte do sofrimento na perda da unidade com Deus.
Todo conhecimento científico, desde o século XVI, se apóia no
dualismo cartesiano. EU penso, e se EU penso, EU existo.
Esse modelo binário nos conduz ao impasse da separatividade.
Mas eu também posso pensar que eu estou criando a ilusão desse mundo exterior, "maya"
como afirma o indiano. Enquanto eu sou
a imagem de tudo, apoiando-me no conhecimento da tradição:
"E criou Deus o homem à sua imagem". (Gen. 1.27).
Eu seria o criador dessa imagem, ou estaria espelhando essa imagem?
No conceito antropológico evolutivo o pensamento primitivo, ou pensamento mágico segundo Levy Bull, teria essa
estrutura.
O psicótico faz
isso também, ele confunde o externo e o interno. Para ele também não existe
separação.
Seria isso
conseqüência de uma patologia? Seria isso o estado oceânico da psicanálise?
As experiências com DMT parecem vivenciar essa unidade.
Para a psicanálise o estado oceânico seria o
estágio do ego anterior a conscientização da separatividade. M. Kline
estabelece a criação dessa separatividade na relação do bebê com o peito
materno.
Hoje podemos fazer algumas perguntas, e já temos algumas respostas...
Enquanto outros afirmam que a realidade é uma ilusão, nós queremos
descobrir:
Como nos relacionamos com o mundo exterior?
Como nos relacionamos com o nosso corpo?
Como nos relacionamos com os outros?
Como nos relacionamos com o mundo espiritual, com o inconsciente coletivo, ou
com a mente não localizada?
A captação é a mais poderosa ferramenta para a pesquisar dessa relação.
Descubra como lidar com isso.
Poderiam as modernas máquinas, usadas na neurociência, identificar essa
comunicação extra-cerebral?
Nos apoiaremos nas pesquisas modernas para analisar essas questões. |
OBSERVAÇÃO MUITO
IMPORTANTE.
Em vários lugares citamos textos das tradições religiosas, fazemos isso porque
consideramos que toda manifestação do psiquismo, seja religiosa, social ou
cientifica é uma realidade holística indivisível, que deve ser vista sem
preconceito de qualquer índole. |
|
Uma breve história da captação transe-terapia no Brasil.
Meu primeiro encontro com a captação.
Por primeira vez, o processo da captação, foi introduzido na clínica
médica pelo Dr. Eliezer Cerqueira Mendes, médico formado em 1957 pela
Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia. O seu trabalho
inicial com captação foi desenvolvido num Hospital do interior da Bahia,
contando primeiro com a colaboração de sensitivos treinados no candomblé,
nos centros de umbanda e centros kardecistas. Mais tarde o Dr. Eliezer
Mendes integrou ao seu trabalho os sensitivos treinados por
ele (treinando-os com os recursos da hipnose e do psicotranse). Mesmo quando
os sensitivos vinham de um treinamento espírita-religioso, o trabalho do Dr. Eliezer não era um trabalho místico. A preocupação do Dr. Eliezer Mendes era
descobrir o porque do sofrimento humano, e muito especialmente como médico,
aliviar esse sofrimento.
Ele observou que algumas pessoas, consideradas "loucas", ficavam "boas"
quando desenvolviam a "mediunidade".
Os primeiros casos tratados por ele, foram publicando no livro:
"Personalidade Intrusa", em 1974. Reeditado mais tarde pela Ed. Pensamento.
Nesse trabalho inicial podemos observar como ele usa a palavra médium e
mediunidade muitas vezes.
Entre os primeiros casos tratados, podemos destacar o caso de "Otávia"
(Esse caso foi transformado em filme por Augusto César Vanucci, contando
com a brilhante interpretação dramática de Cássia Kiss no papel de "Otávia").
Durante as suas crises, a paciente "Otávia", revelou um elevado grau de
fenômenos ESP (percepção extra-sensorial), despertando a atenção do Dr.
Eliezer Mendes, que passa a valorizar essas manifestações como um possível
recurso terapêutico, contrariando assim a opinião de seus colegas que
interpretavam esses fenômeno como um sintoma patológico. Para Eliezer
Mendes a mediunidade não é patológica, ela é uma sensibilidade normal de
todo ser humano semelhante a criação artística.
(Veja o livro "Contaminação Vibratória", 1996. Ed. Arte e Ciência. Nesse
livro Eliezer C. Mendes relata a sua estória de estudante, desde o colégio
primário até sua formatura em 57. Eliezer nos conta como ele, já médico
formado, vem lutando para difundir essa poderosa ferramenta terapêutica, de
grande valia no tratamento de inúmeros transtornos).
Em 1976 o Dr. Eliezer instalou sua clínica em São Paulo, apresentando o seu
revolucionário e ousado método de terapia, foi quando eu me deparei com
esse procedimento tão incrível, provisoriamente denominado de captação ou
transferência de sintomas. Esse fenômeno era a mesma "transferência de
personalidade", tantas vezes demonstrada por nós nos cursos de hipnose que
ministrávamos no Hospital "El Prado", em Montevidéu. Era a mesma
transferência de sintomas que Charcot chamou de "imitação histérica". Era o
mesmo fenômeno que Oscar G. Quevedo chama de contágio psíquico. Agora este
médico baiano estava utilizado esse mesmo processo que ele chamou de
captação, como um poderoso procedimento terapêutico, e com grandes
resultados. Nossa primeira atitude quando nos deparaos com a proposta
de Eliezer foi ficar com "um pé atrás"; supondo que
estávamos frente à uma proposta "delirante", maluca, como tantas outras que
havíamos observado nas pesquisas de campo da parapsicologia. Centenas de
casos, pesquisados por nós anteriormente, não passaram de mistificações
inconscientes, e outros tantos não passavam de fraudes, simples truques de
magia. Naquela época dirigíamos o Instituto Uruguaio de Parapsicologia, em
Montevidéu, e tínhamos participado de inúmeros debates na televisão, e agora
a nossa intenção era pesquisar alguns casos de "paranormalidade" aqui no
Brasil, no chamado celeiro dos médiuns, esperávamos encontrar pelo
menos um caso genuíno.
Em uma viagem anterior (1972) tínhamos feito contatos com vários
parapsicólogos brasileiros. No Rio de Janeiro fizemos contato com Mario
Amaral e sua esposa, a médica Gloria Maria do Amaral, visitamos também o
Instituto do Dr. Gomes de Matos, na rua Alcindo Guanabara, e em São Paulo,
visitamos as magníficas instalações do CLAP, na Anhanguera, dirigido pelo
Pe. Quevedo (no Uruguai, o ex-padre Miguel Torres, representava o CLAP, e ministrava aulas no nosso Instituto), em São Paulo,
visitamos também o ex-padre Marcos Alija Ramos que dirigia uma escola de
parapsicologia. Naquele tempo a parapsicologia estava longe ainda das
universidades. Em São Paulo ainda, tivemos o prazer de conhecer o Frei
Albino Aresi. Ele foi o primeiros a introduzir os sensitivos no trabalho
clínico. O Frei Albino fundou o Instituto "Mens Sana" com essa
finalidade, contando com o trabalho das sensitivas no auxilio dos
"diagnósticos". Seus pacientes eram tratados com hipnose, eletro-sono,
relaxamento e outros procedimentos já aceitos naquele tempo sem muita
resistência. Em troca, o Dr. Eliezer C. Mendes, propunha um trabalho
diferente, ele falava abertamente de "Parapsicologia Clínica", e fundou em
Salvador o IBPC - Instituto Brasileiro de Parapsicologia Clínica,
passando os sensitivos a fazer parte do tratamento psicoterápico.
Eliezer
Mendes transformou a "sensibilidade paranormal" em um grande fator
terapêutico, e a técnica da captação em um
procedimento de cura e pesquisa.
Mais tarde, em 1978, foi fundado em São Paulo o Instituto
Richet, tendo por objetivo aplicar os recursos da mente e os procedimentos
desenvolvidos pelo Dr. Eliezer C. Mendes, contando com a colaboração de vários
profissionais médicos, psicólogos e uma equipe de sensitivos.
Em 1979 eu foi convidado a participar do Instituto Richet, onde passei a
ministrando os "Cursos Avançados de Parapsicologia", baseado nos Programas
dos cursos ministrados por mim em Montevidéu, integrando agora o que
havíamos aprendido com o Dr. Eliezer Mendes sobre a CAPTAÇÃO. Fomos incumbidos ainda da preparação do
material do Instituto Richet para o IV Congresso Mundial de Psicotrônica que
aconteceria em São Paulo no mês de julho de 1979, sobre a presidência do
Dr. Jarbas Marinho, do Brasil, e do Dr. Zdnek Rejdak, de Praga,
Checoeslováquia.
* Psicotrônica era o nome dado a parapsicologia pelos pesquisadores do
leste europeu e URSS. |
Do nosso trabalho
de surge uma nova ferramenta: "A
CAPTAÇÃO TRANSE-TERAPIA". O sensitivo em estado de transe
induzido pode vivenciar o que o paciente sente, e de forma dramática
verbalizar isso. Essa informação transcende tempo e espaço. É Uma
comunicação fora dos sinais sensoriais, ou sinais transportados. É uma
comunicação inconsciente, semelhante ao que Ch. S. Peirce chamou de
abdução. Por outro lado, o estudo da ESP realizado pela parapsicologia nos
aponta que "psi gamma" é uma forma de comunicação atemporal, constatada
estatisticamente, e aponta claramente a participação do inconsciente
nesse processo, embora os testes ESP, com cartas zener, sejam realizados no
nível consciente. Em Montevidéu o Prof. G. Pascal desenvolveu uma pesquisa
com cartas Zener com relaxamento autógeno, encontrando resultados
significativos.
No começo do trabalho terapêutico realizado pelo Dr. Eliezer Mendes, em
Salvador, ele titulou de "parapsicologia clínica", percebendo que o sensitivo
não era consciente do trabalho de captação. Muitos conteúdos da captação são
atemporal, embora a queixa patológica captada seja atual (simultaneidade da
informação).
Da interação inconsciente talvez surja também um novo paradigma, que nos
permita o estudo da mente não localizada, já sugerido por Gosswami em
"Universo Autoconsciente".
Veja a entrevista de Deepak Chopra e Stuart Hameroff
http://newsweek.washingtonpost.com/onfaith/panelists/deepak_chopra/2010/04/is_consciousness_connected_to_the_fine_structure_of_the_universe.html |
EXTENSÕES E
LIMITES DA CAPTAÇÃO.
Praticamente os limites da captação seriam os mesmos do inconsciente, os
mesmos limites de PSI, muito alem dos limites das coordenadas tempo-espaço
da nossa consciência sensorial.
A captação transcende tempo e espaço.
A informação contida na captação pode ser "retrocognitiva" (passado), "símul-cognitiva"
(presente) ou "pré-cognitiva" (futuro).
Embora, aparentemente pareça ser uma hiperestesia dos sentidos, ou uma
leitura muscular, como no cuberlandismo, pelo simples fato que o sensitivo
segura algumas vezes na mão do sujeito captado (mas isso não é necessário, o
sujeito pode estar a quilômetros de distância do sensitivo). Já fizemos
captações com o sensitivo em São Paulo e os pacientes na Itália, Japão,
Alemanha e outros paises distantes. O que
demonstra que a captação transcende o espaço. LIMITE DE IDADE.
A captação não tem limites de idade. Temos casos de captações realizadas
durante a gestação, captação de bebês recém nascidos, alguns prematuros, e
de pessoas em idade muito avançada. |
O GRANDE SEGREDO.
A captação (interação do inconsciente) parece ser a essência de todo
"trabalho espiritual".
E também o grande segredo de todo trabalho bem sucedido, e ainda, a
explicação de como o inconsciente age nos processos auto-punitivos,
malogrando todo trabalho e esforço.
Muitas vezes o inconsciente negativo (a sombra) aparece na captação
interagindo negativamente, e de forma personificada, essa energia
inconsciente, assume a autoria da ação negativa/destrutiva, como se fosse
uma identidade maléfica, ela diz:
"Eu vou acabar com você" , ou "Me mandaram acabar com
você".
Em muitos casos, mesmo que a pessoa se esforce, ela termina "dando murros em
ponta de faca", como se ela fosse realmente dominada por essa "energia
negativa", isto fica muito claro nas manifestações das personalidades
intrusas, descritas por Eliezer Mendes em seus livros.
A pessoa sozinha, por si mesma, não consegue vencer essa dificuldade, porque
essa energia inconsciente atuaria de uma "forma circular", dentro do próprio
sistema psico-emocional, onde os sentimentos de culpa estariam atuando como
reforços da energia negativa (os semelhantes se atraem e se somam). A
própria negatividade da pessoa alimentaria essa personalidade intrusa, ou
sombra (como é denomina na psicologia analítica de C. G. Jung).
Na captação a ação catalisadora do sensitivo, "desgastaria" essas energias
inconscientes, ou ressignificaria o evento traumático, como se diz na PNL,
permitindo assim a pessoa reestruturar a sua vida profissional e afetiva de
forma satisfatória.
Algumas pessoas teriam um efeito catalisador maior que
outras, o que explicaria o chamado poder de cura dos médiuns, pastores,
terapeutas etc., tão
controvertido no passado, mas hoje já estudado em algumas universidades. |
INDICAÇÕES DA CAPTAÇÃO.
Uma das indicações da captação-transe-terapia é o PTSD (síndrome do estresse
pós traumático).
Quando o sensitivo revive a situação traumática, vivida pela pessoa
captada, a tensão contida no episódio gerador do sintoma se dilui
progressivamente, reduzindo a resposta emocional negativa.
Assista no site do Grupo
Capta o vídeo de uma sessão de captação, dirigida pelo Prof. Eudes
Alves, durante o tratamento de uma vítima de assalto, no qual o noivo da
paciente foi morto pelos assaltantes, e ela sofreu também um ferimento de
bala no abdome durante o assalto.
A paciente, em conseqüência daquele trauma violento, sofreu uma profunda
depressão pós traumática (PTSD), ela foi tratada com sucesso no CEPAL com o
procedimento da captação.
Veja o filme ilustrativo em
http://www.captainconsciente.com.br
Obs. A pessoa
tratada não esquece o evento traumático, mas a carga emocional desse evento
deixa de agir negativamente sobre a área cerebral responsável pelas emoções,
o frontal e o sistema límbico passam a funcionar em equilíbrio.
|
O processo de captação pode ser desenvolvido por qualquer pessoa,
basta participar de um treinamento. Experimente!
PARTICIPE DO
PRÓXIMO CURSO
CAPTAÇÃO-TRANSE-TERAPIA
Neste Curso
Você estará vivenciando os
poderosos mecanismos da captação desenvolvendo o seu potencial pessoal.
VOCÊ ACREDITA NA CIÊNCIA OU VOCÊ ACREDITA EM DEUS.
O IMPORTANTE É ACREDITAR. O QUE
MATA É A INDEFINIÇÃO.
Tel. (0xx11) 5083-1515
5083-6410 ou 9694-7358 |
|
CURSO
DE PSICOTRANSE E CAPTAÇÃO TRANSE-TERAPIA
MINISTRADO PELO PROF. EUDES ALVES |
|