- CENTRO DE ESTUDOS PARAPSICOLÓGICOS DA AMÉRICA LATINA    FUNDADO EM 1982
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE SAÚDE MENTAL
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Os casos descritos aqui são verdadeiros, são casos clínicos documentados, somente foram  alterados os nomes das pessoas e os locais dos fatos para manter o sigilo legal. Estes casos estão documentados nos arquivos do CEPAL. Os depoimentos foram espontâneos, sem perguntas indutivas ou qualquer direcionamento intencional.
Vejamos alguns casos:
  1. EPILEPSIA
  2. ALCOOLISMO
  3. DEPRESSÃO
  4. DOR DE CABEÇA
  5. PERDA DA MOTIVAÇÃO
  6. MEDO DE CEMITÉRIO 
  7. RECÉM NASCIDO
  8. DESMAIOS 
  9. APRENDIZADO ESCOLAR
  10. PROBLEMAS SEXUAIS
  11. FOBIAS
  12. MEDO DE DIRIGIR
  13. INSEGURANÇA
  14. GAGUEIRA
  15. FOBIA SOCIAL
  16. PTSD.
  17. DIFICULDADE PARA APRENDER INGLÊS.
  18. FALTA DE CONCENTRAÇÃO. 
  19.  
  20.  
1 - EPILEPSIA
Uma paciente, com histórico de epilepsia, foi enviada ao CEPAL, em 1983, para aprender  controlar as convulsões que vinha padecendo diariamente. Há vários anos vinha sendo tratada sem resultados  com os procedimentos clássicos.  Durante o exercício de regressão ela se vê caindo num precipício, fraturando o crânio e morrendo em conseqüência desse traumatismo.  No dia seguinte dessa experiência regressiva, ela veio procurar-nos, muito apreensiva, dizendo-nos:  
- "Professor Eudes!... Eu sou católica...  e a  igreja católica não aceita a reencarnação... Mas eu me vi!... Era eu!".
Nós a tranqüilizamos dizendo-lhe que não se preocupasse com isso, porque ela poderia ver  isso (os conteúdos de sua experiência regressiva), como sendo um processo do inconsciente, assim como são os nossos  sonhos. 
Os exames neurológicos dessa paciente, tomografia, EEG,  etc., segundo o seu médico, não apresentavam nenhum foco que justificasse as convulsões, e estas  não respondiam aos medicamentos anticonvulsivos convencionais <estas são características predominantes, sempre presentes nos casos  que  respondem bem à regressão, segundo a maioria dos autores que tem usado a regressão como terapia >.
De acordo com a teoria da reencarnação, essas convulsões  seriam conseqüências daquelas lesões traumáticas, causadora da  morte daquela pessoa numa vida passada. 
Após essa regressão as convulsões diminuíram dramaticamente, a paciente não sofreu nenhuma convulsão durante um ano. Seu período de melhora, há mais de  15 anos, continua até hoje.
Nós sonhamos  todas as noites, e muitas vezes nos vemos em situações e lugares que nunca estivemos antes, geralmente nós não discutimos a realidade dos sonhos, mas mesmo assim, eles são importantes para o equilíbrio do nosso psiquismo. Assim também,  são importantes essas vivências regressivas. Elas não precisam ser literalmente verdadeiras, mas psicologicamente elas são reais e importantes. 
Observação importante:
Tivemos vários casos com melhora significativa em quadros semelhantes, embora não houvesse relatos regressivos. O primeiro caso tratado por nós, foi registrado em 1964, no Hospital "El Prado", em Montevidéu. Tratava-se de uma paciente de 34 anos, com histórico de epilepsia com mais de seis anos de tratamento. O tratamento com hipnose durou três meses, com três sessões semanais. Após o tratamento acompanhamos aquela paciente pelo período de dez anos, sem recaída. Outros autores citam casos semelhantes, com bons resultados, mesmo quando não apareceram  relatos de vidas passadas durante a hipnose. Não importa se a pessoa "lembra" ou não episódios passados, a hipnose é um importante coadjuvante no tratamento desses casos. K. Platonov e Krasnogorsky citam vários casos de epilepsia reflexo-condicionado que responderam muito bem à hipnose (mesmo sem regressão). Eliezer C. Mendes cita vários casos de epilepsia, tratados por meio do psicotranse e da captação. Guiliarosky demonstrou que o eletro-sono também melhora os estados epiléticos, estabilizando as ondas cerebrais (mesmo em animais, coelhos e cães). 
Mais recentemente as técnicas do biofeedback de ondas cerebrais,  vem sendo utilizada no tratamento desses pacientes, com excelentes resultados. Tudo isto nos confirma a interdependência entre mente e corpo, entre emoção e pensamento, como nos demonstra Joseph LeDoux e outros autores. 
2 - ALCOOLISMO
Um caso de alcoolismo "curado" pela regressão.
Um dos primeiros casos tratados por nós, foi o paciente Girolete,. funcionário do cassino do Parque Hotel de Montevidéu. G. bebia desde os 15 anos de idade. Passou por seis internações para tratamento antialcoólico, foi  trtado por vários médicos durante esse período. Na ocasião do tratamento de hipnose ele estava internado no Hospital "El Prado", sobre os cuidados do psiquiatra Dr. A. Genis, pela segunda vez. Anteriormente ele foi submetido ao tratamento de rejeição alcoólica com apomorfina, sem resultado. As recaídas aconteciam no máximo após 40 dias de abstinência. Como último recurso foi sugerido o tratamento com hipnose. Na  hipnose regressiva encontramos a "origem" do seu alcoolismo, aos 15 anos de idade, quando ele começou bebendo "Vermouth"  para ter coragem de falar com sua namorada. 
Devido ao seu físico pouco desenvolvido ele se sentia diminuído. Ele era  muito tímido, sua auto estima era muito baixa . Desde a primeira indução hipnótica ele demonstrou grande sensibilidade à hipnose, entrando  em transe profundo (esta característica não é comum entre os alcoólatras, a maioria apresenta uma dificuldade para entrar em transe profundo, devemos lembrar que o álcool reduz a capacidade de concentração, e a hipnose é um estado especial de concentração da atenção). Durante essa regressão modificamos sua atitude em relação à sua auto-imagem.  "Descondicionando" assim, sua dependência à bebida, afirmando que ele não precisava mais da bebida, fazendo-o sentir-se seguro e confiante. 
G. foi dado de alta, completamente recuperado, após o prazo de internação hospitalar. 
Durante 12 anos acompanhamos sua recuperação total, sem novas recaídas. Seu tratamento com hipnose (20 sessões) foi realizado durante a última internação, num período de 60 dias. Nesse período não foi feita a rejeição química, somente foram feitas as sessões de hipnose e total abstinência alcoólica.
3 - DEPRESSÃO
Um caso de depressão com história de conflito moral.
A paciente A. de 35 anos, veio à nossa procura apresentando um quadro depressivo. Ela tinha perdido o gosto pela vida, deixando de atender seus pacientes (ela era uma profissional da área da saúde), sentia angustia,  boca amarga, perda do apetite, perda do sono, chorava freqüentemente sem motivo aparente.
Na regressão ela se vê em uma história passada:  "Vivia com o seu marido, ele  a cobria de presentes e jóias, mas ela não o amava. Ela tinha um amante, com o qual  se encontrava em sua própria casa quando o seu marido estava ausente. Seu amante  freqüentava a sua casa há bastante tempo, muito antes de tornarem-se amantes. Ele era "amigo" do seu marido". 
Esta estória aparece em varias sessões de regressão. Em cada sessão os detalhes são mais completos. Ela fornece o nome e a idade das pessoas do passado. 
Ao analisar a sua vida atual, encontramos que o seu marido é muito bom com ela, parecendo-se com o marido do passado, este também  faz todos os seus gostos e está construindo uma belíssima casa, do jeito que ela quer. Ele é muito atencioso e sempre está dando-lhe presentes e carinho... mas ela não sente amor por ele. Ela perdeu  o interesse por tudo. 
Depois de uma análise mais detalhada do seu relacionamento familiar, ela nos contou que tinha fantasias amorosas com um amigo do seu marido, ele freqüentava sua casa há mais de cinco anos. Nunca chegou a confessar-lhe essa paixão, que gradualmente foi crescendo mais e mais. Ao falar disso, na terapia, de imediato, ela identifica essa pessoa como sendo o seu marido do passado, e identifica o seu marido atual como sendo o  amante do passado. Era uma situação triangular invertida. Ela nos conta que é muito religiosa e jamais se permitiria uma situação amorosa fora do matrimônio. Ao tomar consciência desta situação ela tem uma modificação muito rápida na sua saúde, volta a trabalhar com toda dedicação e tem a sensação que suas fantasias relacionadas àquela pessoa, desapareceram por completo completamente, passando a ver tudo de forma tranqüila, sem nenhum sentimento, nem de vergonha, nem de culpa, e muito menos de paixão amorosa. 
Sua melhora se acentuou reformulando sua visão de mundo de uma forma dramática. Hoje ela está muito bem. A pessoa que freqüentava a sua casa, sem explicação afastou-se. 
Fazem hoje 5 anos deste fato. Ela continua bem. Seu tratamento requereu 10 sessões de terapia, de uma hora e meia, num período de 60 dias.

Como seria possível explicar este resultado? 
Sabemos que muitas vezes as depressões tem remissões espontâneas... mas não sabemos de onde vem  os sentimentos confusos da paixão e da culpa. 
Poderia o inconsciente construir essas estórias, levado pelo sentimento de culpa surgido na depressão? Sabemos que toda pessoa  depressiva carrega um profundo sentimento de culpa. Será que a simples alteração química do cérebro é a única responsável por todos esses sentimentos e fantasias? Será que a nossa mente inconsciente trás informações de "experiências" não vivida por nós, e que estariam gravadas em algum lugar da nossa memória profunda, surgindo de repente em estado de alterações química do nosso sistema nervoso? Quem sabe?
Isso ainda é uma incógnita.
4 - DOR DE CABEÇA
A menina P. de nove anos de idade,  acompanhava a  sua mãe que participava dos nossos cursos de desenvolvimento pessoal, ela pediu-lhe para relaxar junto dela durante o exercício de regressão. Era a primeira vez que essa criança participava desse exercício. Muito embora já tivesse acompanhado a sua mãe outras vezes, essa era a primeira vez que ela quis participar do grupo. Deitada no tapete, na sala de cursos, ao lado de sua mãe, rapidamente ela entra em relaxamento profundo e regride assumindo a posição fetal, logo realiza movimento com seu corpo, empurrando como se estivesse nascendo se desliza pelo tapete, quando de repente interrompe o exercício, saindo espontaneamente do transe, colocando suas mãos na cabeça, sai da sala gritando:  "O doutor me apertou com um ferro! O doutor me apertou com um ferro!".
Sua mãe nos confirmou mais tarde que o parto tinha sido por fórceps.
P. sofria  dores de cabeça desde  muito pequena. As dores de cabeça resistiam aos tratamentos médicos. Às vezes, na escola, ela tinha que sair da sala de aula chorando de dor de cabeça. Os exames clínicos e neurológicos não identificavam nenhuma causa para suas dores, segundo o seu pediatra. 
Depois dessa experiência regressiva, revivendo o momento do seu nascimento,  P. deixou de se queixar de dor de cabeça, até aos seus 15 anos, quando tivemos notícias dela por última vez, continuava bem.
Nas regressões, muitas vezes, as pessoas vão direto e espontaneamente para os momentos traumáticos geradores de sintomas, sem que o terapeuta solicite ou dirija a regressão para qualquer momento determinado. É como se o próprio inconsciente soubesse o que tem que fazer para encontrar a solução.
(Freud no início de sua carreira, usava essa técnica, solicitando apenas que o paciente voltasse ao momento traumático).
5 - PERDA DA MOTIVAÇÃO
L.. S. avantajada estudante de física da USP, começa perder a motivação para o estudo, se sente irritada, cansada, com perda do sono, aumento de peso. 
Ela nos procura por indicação de um parente que tinha assistido uma demonstração de regressão feita por nós no programa do Gugú. Desde a primeira sessão demonstra grade sensibilidade à indução hipnótica. Em transe  recorre diversas etapas de sua vida até o útero da mãe. De repente se vê no passado... está no Japão,  quando um samurai entra em sua casa e corta a cabeça de seu pai e de seus irmãos, ela chora desesperada durante a regressão. 
Quando retorna à sua consciência normal se sente aliviada mas muito chocada com a cena que viu. No dia seguinte retorna para outra sessão e nos diz que dormiu muito bem, muito relaxada. Após quatro sessões  volta a estudar como no início do ano, com todo o entusiasmo. A sensação que não conseguia assimilar nada... tinha desaparecido. Três meses mais tarde voltou com uma amiga para fazer o curso de regressão e nos conta que continua muito bem. Tinha recuperado sua motivação e alegria.
6 - MEDO DE CEMITÉRIO.
Sérgio, um  funcionário da equipe de gravação externa do programa "Brasil Verdade", da TV Bandeirantes, não esperava que o seu diretor o encolhesse para testar a autenticidade do fenômeno regressivo que eles haviam filmado minutos antes na Sede do CEPAL. Induzido pelo Prof. Eudes ele entra rapidamente em hipnose regressiva.  Ele se vê num cemitério, abrindo uma cova para enterrar o corpo de uma moça que havia sido estuprada e assassinada  por um maníaco,  ele descreve a ação em tempo presente. Ele era o coveiro daquele cemitério, e  aquela moça era a sua namorada.   
Sergio chorava e transpirava copiosamente durante o estado hipnótico, dando  uma imagem dramática do seu estado  regressivo. Era a primeira vez que ele tomava contato com aquela experiência. A intensidade do transe que ele estava vivendo ia muito além do medo que ele sentia quando entrava num cemitério. Ele vivia um verdadeiro quadro de pânico ao entrar num cemitério. Na vida atual alem desse pânico seus relacionamentos amorosos, sem explicação, sempre  acabavam  sem motivos. Sempre que ele  começava  um namoro...  tudo ia muito bem...  até que,  sem saber o porque,  entrava em desespero,  e sentia que tinha que se afastar da sua namorada. Uma misteriosa angustia invadia o seu peito.   Isto vinha  repetido-se   ao longo de sua vida. O medo que ele sentia de cemitério vinha desde criança. Ele não tinha nenhuma explicação para isso.  Ele já tinha tentado alguns tratamentos, mas nada tinha resolvido. Aquele pavor surgia  cada vez que entrava num cemitério. Agora ele encontrou uma "lógica" para os seus temores e desencontros amorosos.
Na semana seguinte, após essa regressão, a mesma equipe teve que filmar  uma exumação do corpo de uma criança, Sergio estava presente,  mas o pânico que  ele sentia de cemitério havia sumido. Ele curou em uma única sessão.

NÚMERO DE SESSÕES.
Muitas vezes, os medos somem após uma regressão vivida dramaticamente, como no caso do Sérgio,  mas na maioria das vezes, precisamos de várias sessões de regressão, uma só não é suficiente, a média é entre 5 e 10 sessões. 
VOCÊ ACREDITA EM MILAGRE?

EU VI NA IGREJA MUNDIAL E DOU TESTEMUNHO.                                                       
                                                                                         AQUI NÃO EXISTE TRANSE FORMAL.             

                                           

                                                                                            VALDEMIRO SANTIAGO ABRAÇA O MENINO

      NO PRIMEIRO DIA O CORPO DO MENINO ESTÁ COBERTO DE FERIDAS...                                  

                                           POUCOS DIAS DEPOIS O MENINO ESTÁ CURADO.
                                                                         ACREDITE SE QUISER... ESSA É A VERDADE NUA E CRUA.

               Que existe em comum entre estes casos e os casos tratados com hipnose e regressão?
               "Há mais mistérios entre o sol e a terra que a nossa filosofia não consegue compreender".

7 A  CAPTAÇÃO SALVOU A VIDA DA RECÉM NASCIDA.
Estávamos fazendo a captação, à distância, por intermédio da mãe  da prematura. A recém nascida se encontrava no berçário do hospital,  à quase dez quadra da nossa clínica em P. Prudente, a mãe era o elo de ligação,  estando  presente o pediatra, o Dr. B. D., médico homeopata que cuidava da  pequena paciente. Repentinamente a PS  (personalidade subconsciente) da pequena,  captada pela sensitiva, disse: 
                                                            "Não posso respirar, me ajude, eu não quero morrer"

O pediatra que tinha aprendido confiar nas captações,  telefonou de imediato para a enfermeira do  berçário, pedindo-lhe que olhasse a sua paciente, a enfermeira assustada comunicou-lhe que a prematura estava cianótica. O médico saiu apressado e foi até o hospital. Chegando lá,  constatou  que a cânula do oxigênio,  que era muito fininha, estava dobrada e  a pequena paciente não estava recebendo a oxigenação adequada. 
Ele refez a "entubação" cuidadosamente e a prematura voltou a respirar normalmente. 
                        Hoje a nossa pequena paciente é uma bela adolescente de 15 anos. (Isto foi escrito em 2001).
8 DESMAIOS.
Quando participei do programa "Domingo Legal" do Gugú, demonstrando a regressão ao vivo, frente às câmeras de TV,  falei no ar sobre  uma história regressiva vivida por uma fã  da Roberta Miranda. Essa fã montou em sua casa uma sala com fotos e reportagens sobre a cantora, cobrindo as paredes, e até mesmo a tela do seu computador com esses "troféus". Muitas fotos foram  tiradas, pelo  próprio marido da fã, durante os shows. Ela  não perdia um único show da Roberta em São Paulo, e sempre que podia, corria para abraçá-la, ou enviava-lhe flores em seu camarim, assinado com o pseudônimo: " Um beija-flor ferido".  Ela não sabia porque usava esse pseudônimo.  Muitas vezes  durante o show ela desmaiava, e seu marido  tinha que levá-la às pressas para o hospital.  Seu pulso parecia sumir, ela ficava  gelada. Alguns médicos tinham diagnosticado epilepsia, mas os tratamentos não surtiam efeito, nem os exames clínicos confirmavam o diagnóstico. Mesmo sentindo-se mal, sempre  que ela assistia o show da Roberta, ela não podia deixa de ir. A força da sua admiração pela cantora era mais forte que o medo de passar mal.
Ela nos procurou para uma pesquisa profunda com regressão. Precisava uma  explicação. Precisava corrigir esse sintoma. Precisava  libertar-se daqueles desmaios que não cediam aos tratamentos médicos.
Desde a primeira indução, ela  entra  em hipnose profunda, demonstrando ser muito sensível, e  
na regressão, ela se vê no século XIX,  identificando a sua mãe como sendo: Roberta Miranda (com outro nome por certo). 
Ela conta que é  muito amada por sua mãe, recebendo dela  muito carinho e amor. Sua mãe tinha muito medo de perdê-la, ela  era  filha única. Tudo isto a tornava muito dependente. 
Este conteúdo regressivo explica (para ela) a sua forte atração pela cantora. 
Antes se pensava que os seus desmaios fossem crises epiléticas, sendo estudada por vários neurologistas, mas agora, tínhamos outra explicação: as "emoções do passado".  
Após essa regressão ela deixou de sofrer os desmaios, embora continuasse com os mesmos sentimentos de admiração pela cantora, estes em nada mudaram. Cristina continua cultivando sua qualidade de fã. Possui  todos os discos da Roberta Miranda,  e continua a colecionar  as revistas onde aparecem  fotos e reportagens sobre a cantora. Seu amor não diminuiu, mas os desmaios sumiram. Sua felicidade é reencontrar-se com sua mãe do passado, mesmo que seja durante os breves minutos de um abraço carinhoso, como vemos na foto exibida neste site.. 

9.-APRENDIZADO ESCOLAR          (Pág. em construção)
10.-   PROBLEMAS SEXUAIS              (Pág. em construção)
11.-   MEDO DE DIRIGIR              (Pág. em construção)            
12.-   FOBIAS                           (Pág. em construção)
13.-   INSEGURANÇA           (Pág. em construção)
14.-   GAGUEIRA              
É sabido que todo gago aprende ser gago, ninguém nasce gago.   
Durante a regressão os gagos não gaguejam. 
Geralmente a gagueira tem um início em uma situação de tensão e ansiedade, identificada pelas pessoas da família do gago como um grande susto. Durante a regressão ao voltar a etapas anteriores ao episódio a pessoa não gagueja, falando normal.
Um susto é uma excitação do sistema simpático, com o disparar do coração, palidez do rosto e todas as outras reações vegetativa simpática. É semelhante à indução hipnótica por imposição, indução brusca como na hipnose teatral. Durma! Durma profundo!
Durante um curso, um dos alunos entrou num transe e segurou pela camisa um outro participante que era gago, este aluno regrediu espontaneamente à um momento de sua vida, quando na escola primária começou a sua gagueira. Ele falava como criança e pedia por favor, ao "menino maior", que não lhe batesse, chorava como criança. O outro aluno captou inconscientemente esse episódio, que ele não conhecia, ele não tinha a menor idéia que o episódio que desencadeou a gagueira do Alexandre foi aquela agressão.
Ao reviver esse episódio, de forma espontânea, equivalente a uma regressão hipnótica, essa pessoa começou melhorar da sua gagueira. 
Os procedimentos terapêuticos muitas vezes não são muito ortodoxos, mas funcionam maravilhosamente bem. O importante é o terapeuta estar preparado para integrar os estados de transe manifestados pelos seus pacientes.
15.-   FOBIA SOCIAL    
        C. 23a, solteiro, bancário, transpirava profundamente, e suas pernas tremiam, cada vez que tinha que enfrentar uma reunião de trabalho. Tentou vários tratamentos anteriormente, sem resultados. Inclusive fez análise durante três anos.  A transpiração das mãos foi reduzida por cirurgia. Mas o resto do corpo ficava empapado em suor. Todos notavam seu acanhamento e a sensação de desconforto frente ao seu quadro desolador. 
Tratado com hipnose conseguimos reduzir a resposta vegetativa (rubor e transpiração), sugerindo calma  associada a respiração  adequada, conseguimos uma melhora significativa.        
16.- PTSD.  Veja o vídeo da  terapia de uma jovem que recebeu um tiro durante um assalto, no qual morreu o seu noivo assassinado pelos assaltantes.  
www.captainconsciente.com.br         
Ela foi tratada por nós com a técnica da captação do inconsciente. Hoje, junho de 2006, ela continua bem, tornando-se uma empresária de sucesso, ela assumiu as empresas do seu pai, revelando-se uma eficiente administradora.

Obs. A técnica da captação do inconsciente é usada por nós, com muita eficiência, em trabalhos com empresas, fazendo-se o levantamento das dificuldades e conflitos no ambiente empresarial. Esta técnica permite uma orientação certa que resolve muitos problemas de relacionamento no ambiente de trabalho e produção. Muitas empresas vem se beneficiando com este trabalho de extensão da captação. Empresas internacionais estão inclusas na nossa lista de clientes (ex. Banco de Boston).
17. - DIFICULDADE PARA APRENDER INGLÊS.
Um caso muito curioso. S. de 28 anos, encontrava dificuldade no aprendizado do inglês, embora venha tentando estudar há bastante tempo. Durante o exercício de regressão de memória ele se vê na Alemanha durante a segunda guerra mundial, sua casa é bombardeada e destruída pelos aviões aliados. Ele  em transe, numa intensa catarse grita, chora e pragueja contra os pilotos, e repete várias vezes:  Malditos! Malditos! 
Ele e sua família morrem durante o bombardeio. 
Cinco dias depois ele nos conta que está melhorando no curso. Algum tempo mais tarde ele nos conta que está indo muito bem, superando as dificuldades.
Não foi feito nenhuma ressignificação, somente a intensa catarse dramática do episódio "passado" (o bombardeio), e o identificar a rejeição do idioma por estar associado ao "agressor do passado".
A mágoa e o ressentimento do nosso aluno bloqueava a sua capacidade de aprendizado do idioma.

Obs.
 Para minha surpresa, há poucos dias atrás (junho 2006), eu assisti uma reportagem sobre uma cidade alemã que foi totalmente destruída pelos aviões ingleses, mesmo depois da rendição alemã, e a guerra ter terminado. W. Churchil ordenou que os aviões da RAF varressem Düsseldorf do mapa com todos seus habitantes. Essa cidade, hoje reconstruída após a reunificação da Alemanha, reunia naquela época o maior número de obras de arte. Talvez isso motivou a sua destruição, para evitar que aqueles tesouros caíssem nas mãos dos soviéticos, já que o exercito soviético avançava em direção a Berlim.
 Desconheço se meu aluno sabia da história de Düsseldorf, eu fiquei sabendo só agora.
Mas o importante é que essa vivência desbloqueou a dificuldade dele para aprender inglês.
18.- FALTA DE CONCENTRAÇÃO.
19.- 
20.-
Será que as dificuldades do nosso dia-a-dia são configuradas como se fosse uma história passada, ou as histórias passadas fazem parte da nossa personalidade profunda, e não são criadas no construtivismo da nossa experiência cotidiana? Alguém chamou isso de "engrama" (uma construção emocional que pode ser modificada).

Todos os casos aqui mencionados foram documentados e acompanhados pela equipe de profissionais do CEPAL.
                    Este material está à disposição dos profissionais interessados.
Agradecemos imensamente àquelas pessoas que nos permitiram publicar os seus depoimentos e testemunhos, contribuindo para a veracidade dos fatos aqui relatados. 
Ligue para nós Tel. (0xx11)  5083-1515  5083-6410   ou   9694-7358

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Última atualização: 12/02/12.