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 CURSO DE HIPNOSE
  
 I Parte

UMA BREVE HISTÓRIA DA HIPNOSE.


A  hipnose vem sendo  usada pelo homem desde tempos remotos,  povos  antigos como os  Egípcios, Caldeus, Hebreus, Babilônicos, Gregos e muitos outros já faziam uso da hipnose. Podemos encontrar na Bíblia uma clara referencia à uma indução hipnótica; ali está escrito:

         "Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; 
           e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar
"; 
                                                              (Gênesis capítulo 2, versículo. 21).

   Não é isto por acaso, uma descrição do uso da hipnose em cirurgia, prática comum no antigo Egito, e aqui colocada em termos bíblicos?
   Alguns  papiros e gravuras, encontrados em escavações arqueológicas, descrevem com detalhes o uso da hipnose na medicina do antigo Egito. 
   Talvez os egípcios atribuíssem a deuses a indução do transe hipnótico. Eles tinham deuses para tudo. No passado pensava-se  que a hipnose fosse produzida por um poder misterioso, um "dom sobrenatural", reservado  somente à  pessoas escolhidas... isso mantinha o homem comum afastado do conhecimento.
Mas hoje sabemos que a hipnose faz parte do comportamento psicodinâmico normal do homem, e só depende da correta comunicação entre o "hipnotizador" e o "paciente". Qualquer pessoa pode aprender isso desenvolvendo habilidades técnicas.
Mesmo sendo a hipnose um "estado sui generis", aparentemente muito especial, ela não se diferencia da fisiologia dos estados emocionais intensificados, como veremos mais adiante.

O começo de uma história.

Como tudo começou.

No século XVIII, o médico austríaco Franz Anton Mesmer "defendeu a tese" que a hipnose era produzida por  um "fluído universal"  (energia),  do qual faziam parte todas as coisas do universo. Ele denominou  esse fluido de "magnetismo animal", devido às características de  atração e repulsão, semelhante ao magnetismo mineral, comparando-o ainda com o fluxo e refluxo das marés influenciadas pela força da lua. Ele defendia essas idéias em 27 aforismos,  publicados  em 1779, logo que ele chegou em Paris. A sociedade francesa o acolheu  de forma calorosa. A própria rainha da França, Maria Antonieta, passou a freqüenta a sua clínica. D' Eslon, o decano da faculdade de medicina, deu seu apoio total à Mesmer. Pela influência deles, o rei  Luis XVI , no dia  11 de outubro de 1785, nomeou uma comissão de notáveis para investigar o tal "magnetismo animal" proposto por Mesmer. Fizeram parte dessa comissão: o químico Lavoisier, o físico Franklin, o inventor Guillotin, Le Roy, Baily e o médico Jussiue. Mas, a teoria do magnetismo animal não pôde ser confirmada pela comissão investigativa, e por isso Mesmer foi destratado e considerado um charlatão. Porem, Jussiue, o médico nomeado pela Real Academia de Medicina , se negou assinar o relatório, alegando:

        "Mesmo que  não houvesse evidência de um fluido magnético, as curas que aconteciam ali, na clínica de Mesmer, eram verdadeiras". 


Mesmer, desgostoso com o veredicto condenatório, se retira de Paris voltando para a sua terra natal, onde foi  procurado por médicos nomeados pelo imperador da Prússia e pelo  Czar da Rússia, respectivamente,  que levam para aqueles paises o ensinamento do novo método de cura, sem  se preocuparem com o veredicto da comissão "científica" que condenara à Mesmer.
Mesmer morreu pobre, em 1815, em Weiler, às margens do lago Constanze, sua terra natal, sem alcançar o seus sonhos de ser reconhecido como o descobridor do novo método de cura: a hipnose. Porem hoje, todos reconhecem a hipnose como: uma poderosa ferramenta de uso clínico. Mesmer  estava 200 anos à frente do conhecimento de sua época, e esse foi seu erro. Pensar  que o universo era composto de uma única energia, e que essa energia se modifica segundo a vibração (freqüência), como hoje é admitido pela ciência atual.  Isso dificultou formular naquela época  uma teoria mais adequada para o estado fisiológico da hipnose. Naquela época não era conhecida a fisiologia do sistema nervoso, e muito menos a bioquímica. Não havia nada que pudesse explicar aquele método de cura. Mesmer, na verdade, procurou uma explicação universal para a doença e a cura, integrando  o "cósmico" e o biológico, o que hoje alguns chamam  de visão holística.

A descoberta do sonambulismo

Os discípulos de Mesmer se organizaram na França, formando a "Sociedade da Harmonia", com a finalidade de dar seguimento ao procedimento de cura introduzido por Mesmer.  Em certa ocasião, um de seus discípulo, Armand Marc Jacques de Chastenet, marquês de Puysegur, quando tratava um camponês analfabeto, chamado Vitor Race, se deparou com um estado de transe, diferente dos dois estados conhecidos na clínica de Mesmer. Vitor Race falava com mais lucidez durante aquele estado, e parecia manifestar conhecimentos de uma pessoa culta. Vitor descreveu o seu estado patológico com luxo de talhes, e fez indicações para o seu tratamento. Puységur, maravilhado com a sua descoberta chamou aquele estado de sonambulismo artificial (ou sonambulismo lúcido), atribuindo-lhe a capacidade de aumentar a lucidez do sujeito, tornando-o capaz de ler o pensamento de outras pessoas, descobrir coisas ocultas etc.. Puysegur mudou o enfoque do fluido magnético para um enfoque psicológico: a influência da vontade ("Recherches Physiologique sur l´homme dans l´état de somnambulisme", 1811)
O público maravilhado lotava os salões para assistir  as demonstrações dos magnetizadores e seus sonâmbulos. Com isto o mesmerismo saia do âmbito médico para entrar no mundo dos espetáculos. O sonambulismo, descoberto por Puységur, levantava um outro véu dos fenômenos da mente: a comunicação não verbal, que naquela época foi denominada de transmissão do pensamento (sobre isto vamos falar em outra parte deste site).  Assim o sonambulismo passou a substituir a idéia do magnetismo animal, centrando-se na idéia do fenômeno mental (psicológico). 
 
O abade Faria.
Em 1813, surgiu em Paris, o abade José Custódio Faria, um português criado em Goa, na Índia, ele fazia demonstrações públicas com a finalidade de desmoralizar o magnetismo animal de Mesmer. O abade atribuía  o "transe" à uma maior ou menor fluidez do sangue no cérebro. O abade produzia a hipnose por meio de uma ordem imperativa: Durma! e a pessoa "dormia". Acorde! e a pessoa voltava ao estado normal.  As pessoas executavam diversos atos por meio de uma simples ordem verbal. Elas  representavam papeis sugeridos durante esse estado. Faria foi o primeiro "hipnotizador teatral" a empolgar as platéias com a hipnose.  Mas sua fama durou pouco. Faria caiu em desgraça quando um ator cômico, por ele induzido, simulava estar em estado de transe, e fazia gestos  para a platéia que ria estrondosamente quando o desavisado abade ficava  de costas para ele, sem  se perceber dos seus gestos cômicos. 
Muito se valorizou a idéia de Faria que pretendia combater o mesmerismo com a idéia da fluidez do sangue no cérebro. Na época as sangrias estavam na moda, e o abade Faria sugeria que elas facilitavam o transe. 

O mesmerismo como terapia.
Os seguidores de Mesmer se sentiam na obrigação de difundir o mesmerismo. O barão de Du Potet iniciou o médico inglês Elliotson, na prática do mesmerismo,. Eliotson funda na Inglaterra o primeiro hospital dedicado ao tratamento mesmérico, e publica em 1843 "Zoist", a primeira revista especializada sobre o mesmerismo e suas aplicações na medicina.  Por sua vez, outro médico inglês, J. Esdaile,  destacado na Índia, comunica à Academia Britânica de Medicina, a sua experiência pessoal com o mesmerismo. Ele realiza 3000 intervenções cirúrgicas sem dor, usando o estado mesmérico como anestesia.
Em  1842, foi a vez do cirurgião inglês James Braid, redefinir e "rebatizar" a hipnose. 

Durante uma demonstração de mesmerismo, realizada pelo francês Lafontaine, Braid foi convidado à examinar um sujeito em transe mesmérico, e constatou que aquele paciente não sentia dor ao introduzir-lhe uma agulha embaixo da sua unha, enquanto o seu amigo Wilson, que era oftalmologista, observou que os olhos daquele paciente estavam entornados para dentro e para cima, e não apresentavam o reflexo palpebral. 

Ao retornar à sua casa, Braid fez uma experiência, pediu que a sua esposa, e mais um auxiliar seu, olhasse fixamente para um objeto brilhante e, acabo de poucos minutos, os dois sujeitos entraram num estado semelhante ao produzido por Lafontaine. Ele considerou aquele estado um sono artificial, produzido pelo cansaço do nervo óptico. Braid denominou esse estado de Neuro-hipnotismo.
Braid publica em 1843, suas observações com o título: "Neurypnology or the Rationale of Nervous  Sleep" . Assim o hipnotismo surgiu com um novo vigor e nova roupagem. 

Novamente na França.
Azam, de Bordeaux, em 1859, traduz para o francês a obra de Braid, reativando assim o interesse dos médicos  franceses pelo estudo do hipnotismo. O cirurgião Brocca passa a fazer uso do hipnotismo como anestesia em diversas cirurgias. Por sua vez  o grande  neurologista francês Jean-Martin Charcot, introduziu  o estudo do hipnotismo no hospital da Salpetriére, induzindo as suas pacientes "histéricas" ao transe por meio de estímulos fortes, tais como: uma batida de gongo, um feixe de luz  de um arco voltáico repentinamente aceso frente aos olhos da paciente, ou uma fricção no vértice da cabeça, uma compressão forte de um ovário etc. Chacot  pensava  que a hipnose fosse um estado patológico, produto da histeria, "doença" que ele havia descrito com luxo de detalhes. 

Classificação de Charcot.
Charcot dividiu a hipnose em três estados bem diferenciados: letargia, catalepsia e sonambulismo.

a) 
letargia, o paciente apresenta uma total  flacidez muscular. 
b) 
catalepsia,  o paciente apresenta uma forte rigidez muscular. 
c)  sonambulismo, neste estado  o paciente reproduz atitudes e obedece as ordens sugeridas.

Tudo é sugestão.
Coube então, a outro médico francês, Henry Bernheim,  professor de medicina em Nancy, demonstrar que a hipnose  não era um estado patológico como postulava Charcot, mas sim um estado psicodinâmico normal,  produzido pela sugestão, e que as pessoas quando mais inteligentes e  normais sejam,  melhor e mais facilmente entram em hipnose profunda. Demonstrou também que os três estados descritos por Charcot são produtos da sugestão. 

Respostas fisiológicas.
Em 1886, Beaunis, professor da escola de medicina de Nancy, publica suas  pesquisas sobre o sonambulismo, sendo o primeiro em realizar  medições de varias  respostas fisiológicas durante o transe hipnótico. Junto com Alfred Binet, Beaunis pesquisou as alterações da personalidade e os automatismos psicológicos induzidos durante a hipnose..

Freud e a hipnose.
No final do século XIX, um médico de Viena,  Sigmund  Freud, junto com seu  colega J. Breuer, passam a  usar a hipnose como procedimento terapêutico.  Após ter feito um estágio com Charcot, na Salpetriére, e mais tarde com  Bernheim, em Nancy,  Freud passou a tratar os seus pacientes com a hipnose, procurando  que os pacientes, durante  o transe hipnótico "voltassem a reviver", ou lembrar, os episódios (traumas)  geradores daqueles sintomas, e assim conseguia uma rápida remissão dos sintomas.

Regressão hipnótica. 
Hoje poderíamos chamar aquele procedimento de Freud, de "regressão de memória", embora Freud preferisse chamar de catarse, mas na verdade, ele estava naquele momento usando  uma técnica de regressão hipnótica.
Mais tarde  Freud abandona o uso da hipnose e desenvolve um novo  método de cura. Nesse novo método,  denominado  Psicanálise, a hipnose é substituída pela associação de idéias e pela interpretação dos sonhos (1900), deixando  assim de lado o uso da hipnose (veja Milton Kline, "Freud y la Hipnosis". Editora  Paidos).

A FISIOLOGIA DO SONO E DA HIPNOSE.
Enquanto isso, na Rússia, o grande fisiologista Ivan Petrovich Pavlov, demonstrou por meio do estudo dos reflexos condicionados (associando um estímulo indiferente luz, som etc. à uma função fisiológica), que a hipnose é uma forma de resposta do sistema nervoso central, comum ao homem e  aos animais, e nada tem de misterioso. Por sua vez, o seu discípulo Bikov  demonstrou também que todos os órgãos internos  respondem ao mecanismo dos reflexos condicionados ("El Trabajo de la Corteza Cerebral", Moscou). Por sua vez  K. Platonov, outro discípulo de Pavlov, demonstrou que a palavra (no estado hipnótico) podia modificar  as funções de todo o organismo, corrigindo e alterando os reflexos  condicionados. Isto tornou possível o controle  das funções dos órgãos internos por meio  do treinamento reflexo e da hipnose ("La Palabra como Factor Fisiológico y Terapeutico", Moscou, 1930, reeditado em 1958).   
No começo, Pavlov, erroneamente,  chegou também a  pensar que a hipnose fosse uma "inibição cortical" semelhante ao sono. Naquela época a  fisiologia dos mecanismos cerebrais ainda não era bem conhecida, e muito menos a bioquímica do sistema nervoso que só passa a ter importância a partir da década de 50, após a descoberta dos neurotransmissores. Mas, mesmo assim,  a "reflexologia pavloviana" abriu uma enorme possibilidade de pesquisa sobre os mecanismos neurofisiológicos da hipnose, demonstrando de modo inquestionável a realidade da resposta hipnótica e o seu valor terapêutico.  O livro de Platonov foi, e continua sendo até hoje, 2010, um clássico obrigatório no estudo da hipnose.

O estudo moderno da hipnose.
    
    MILTON ERICKSON

A partir da década de 50, médicos e psicólogos  americanos  começam estudar a  hipnose  mais profundamente. Eles estudaram o comportamento das pessoas em hipnose, mediram a atividade elétrica cerebral, e chegaram assim a compreender melhor a natureza psico-dinâmica da hipnose. Destacando-se os trabalhos  dos doutores: Clark Hull,  Davis & Husban, André M. Weitzenhoffer, Le Cron, Bordeaux,  Milton V. Kline, Wolberg  e Milton Erickson, este último considerado o criador da  "Hipnose Moderna" ou "Hipnose Ericksoniana"  como é denominada e difundida hoje  em dia.

Hoje sabemos que a hipnose não é sono,  mas, se  assemelha muito com a atividade REM
 (o sonhar), estando muito próximo da ensonhação, da meditação e dos estados alterados de consciência, estados estes, amplamente estudados na técnica do biofeedback  (veja mais sobre esta técnica neste site). 

A hipnose e o cotidiano.
Hoje sabemos também que a hipnose faz parte da vida psíquica normal do homem. A hipnose  não é patológica nem perigosa. Toda comunicação é hipnose. Toda emoção intensa é hipnose. "A hipnose é um estado emocional intensificado  (emoção estabilizadora ou alteradora) , usado por todas as mães desde o nascimento de seus filhos"  ( Galina Solovey e Anatol Milechnin, "El Hipnotismo de Hoy"). A hipnose é comunicação de idéias, ela está presente em toda  comunicação humana. 
"Tudo é hipnose, nada é hipnose" ,
 diz Richard Bandler e John Grinder. Toda hipnose é auto-hipnose. Ninguém pode ser hipnotizado contra a sua vontade. A pessoa hipnotizada  está sempre no comando. O hipnotizador é um hábil instrutor que ensina às pessoas trabalharem com os seus estados alterados de consciência (Charles Tart), estados emocionais intensificados (Galina Solovey),  ou  psicotranse  (Eliezer C. Mendes).

INDUÇÃO À HIPNOSE
O estado hipnótico pode ser induzido por estimulações fortes:  
                                     susto, entusiasmo, agitação, dança, etc.
  
ou por estimulações suaves e rítmicas: 
                                     música, relaxamento, meditação, etc..

A hipnose obedece a fisiologia das emoções básicas, reguladas pelo sistema límbico e pela resposta neurovegetativa (simpática/parasimpática).

 AS EMOÇÕES BÁSICAS
   As emoções são compreendidas segundo a classificação de Hess, como:
       a)  Emoção ergotropa (emoção alteradora),  é aquela que prepara o indivíduo para a  luta  ou a fuga;  ela está vinculada as reações  do sistema nervoso
            simpático.                  
       b)  Emoção trofotropa (emoção estabilizadora), é aquela que prepara o indivíduo para o  repouso e  a assimilação das  energias reparadoras do organismo;
            ela está vinculada as  reações do sistema nervoso parassimpático.

NEUROFISIOLOGIA DA HIPNOSE
A hipnose está  vinculada ao sistema límbico  e ao hipotálamo ( centros cerebrais  que regulam as emoções básicas e a memória), interagindo com todas as funções do organismo através do sistema simpático e parassimpático, tendo  ainda a participação das áreas corticais específicas referente à cada função seletiva.

Hoje as técnicas modernas da EEG (eletroencefalografia), mapeamento cerebral, e do TEP (termógrafo de positrons), confirmam a natureza psicodinâmica e neurofisiológica da hipnose. Muito diferente, por certo, do estado de sono que antigamente  pensava-se que fosse a hipnose.  A hipnose não é sono, mas se assemelha muito ao estado de sono paradoxal (sonhos), onde estão presentes as ondas cerebrais lentas, ritmo alfa e teta, comum aos estados meditativos da yoga e do zen, embora seja diferente destes como demonstrou H. Benson. Durante a hipnose existe uma certa sintonia entre os padrões da atividade elétrica cerebral  do hipnotizador e os da pessoa hipnotizada (o espelhamento da PNL) , isto é mais evidente no chamado processo de captação (interação inconsciente ou trans-identificação)
. essa sintonia favorece muito a indução.

Ver "O que é Captação?",  Eudes Alves,   e   "Captação-trance -Therapie in Brasilien",  Marina Spinu e Henry Thorau. Editora Reimer. Berlim, 1994.

Mesmo que a hipnose tenha sido desenvolvida inicialmente como um método de cura (Mesmer), ela por si só, não cura nada
A hipnose é uma emoção límbica, como qualquer outra emoção do nosso dia-a-dia. Sua utilidade na educação e  na reprogramação do comportamento supera qualquer outro procedimento, porque polariza a atenção de forma seletiva,  facilitando a programação do subconsciente. Por meio da hipnose podemos desenvolver as nossas habilidades naturais,
e desbloquear  as nossas energias represadas, liberando assim o nosso potencial  inconsciente, elevando nossa capacidade de otimização. 
        Todos deveríamos aprender usar este recursos desde criança.
         (Veja a nossa proposta de relaxamento para crianças).

A  hipnose é um estado natural que pode acontecer de forma espontânea, até mesmo em animais, ou induzida tecnicamente para fins específicos. 
Todo profissional da área da saúde deveria conhecer as possibilidades de uso da hipnose em sua área de atuação. 
Ensinar hipnose não significa ensinar fazer show, e sim, ensinar usar os recursos naturais da dinâmica cerebral.
HIPNOSE EXPERIMENTAL
A hipnose nos possibilita realizar experiências e medições controladas das respostas psicológicas e fisiológicas, sendo assim uma  ferramenta muito útil. 
O primeiro a utilizar esse recurso foi o psicólogo francês Alfred Binet, criador do primeiro teste psicológico de inteligência usado em psicologia.


Uma experiência cientificamente comprovada, as Alucinações Positivas e  Negativas.

O Prof. Eudes Alves demonstrando a alucinação  positiva no estado de fascinação com  olhos abertos.
 A pessoa, mesmo com os olhos abertos, "deixa de ver" aquilo que lhe é sugerido. Hoje podemos constatar com registros de equipamentos especiais, usando cores, confirmando-se isso.

(Fotografia realizada durante o Curso de Hipnose, ministrado no Hospital Escola de Rivera, Uruguai, 1960).
ALTERAÇÕES DAS PERCEPÇÕES NA HIPNOSE
    Por meio da hipnose podemos alterar as percepções, induzindo ilusões e alucinações positivas (ver, sentir e ouvir o que não existe) ou alucinações negativas (deixar de ver, sentir e ouvir o que existe) mesmo que a pessoa  mantenha  seus olhos abertos durante o transe hipnótico. 
O TEP (Termo-Emissor de Positrons) aparelho que registra as áreas de funcionamento do cérebro, confirma que  durante a hipnose  o cérebro atua de uma forma seletiva frente às induções hipnóticas. 
A hipnose é uma "ferramenta" muito útil na educação, na psicoterapia, no desenvolvimento pessoal, no esporte e em muitas áreas do desenvolvimento de habilidades e recursos do nosso cérebro.
Os bons atores usam esses recursos naturalmente, sem saber que estão usando hipnose, quando atuam.
Como diz o Dr. Brian Weiss: "A Hipnose é a habilidade de entrarmos em contato com a nossa capacidade de otimização e criatividade, vencendo nossos limites. A hipnose é a ciência voltada para a expansão do potencial humano" .

      O Prof. Eudes foi o primeiro a demonstrar a hipnose, em um experimento controlado, frente às câmeras de TV, ao vivo.
            "Valentia científica frente às câmeras de TV", afirmou o jornal "El Pais" de Montevidéu, em sua manchete, em 1963.

.

Nesta foto vemos o Prof. Eudes Alves demonstrando a hipnose  no programa "Conozca sus Derechos" no canal 10, Saeta, Montevidéu. 

Logo o Dr. Reis Sinta conversa com a pessoa que foi hipnotizada investigando as suas reações.

    

Isto também é hipnose.

 

  

Nesta imagem vemos o pastor Benny Hinn durante um culto evangélico, usando a clássica queda para trás da hipnose, numa
indução coletiva .  

O Primeiro Curso de Hipnose no Esporte - Ministrado na FMU em São Paulo.
A FMU foi a primeira Faculdade no Brasil a oferecer um Curso de Hipnose no esporte.
Este curso foi ministrado pelo treinador da equipe olímpica de Cuba.

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Esses cursos garantem um bom treinamento pessoal, com supervisão GRÁTIS para todos os alunos por dois anos.

 

CURSO DE HIPNOSE E CAPTAÇÃO NO "INSTITUTO CIÊNCIA E LUZ" em São Paulo, Brasil.

           

AS INDICAÇÕES DA HIPNOSE

A hipnose tem múltiplas aplicações práticas, os nossos cursos visam treinar  pessoas para o emprego da hipnose, segundo a sua qualificação  profissional, desenvolvendo o máximo do seu potencial.

Inicialmente oferecemos um treinamento básico, Curso de Hipnose I
durante o qual  todos  praticam a hipnose, e após esse treinamento as pessoas poderão fazer os cursos específicos, Hipnose II, segundo a sua qualificação profissional.  

HIPNOSE II

O Curso Hipnose II (Segunda Parte) é ministrado com a participação de profissionais de cada área específica.

HIPNOSE NO ESPORTE              
   
HIPNOSE EM MEDICINA             

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HIPNOSE EM ODONTOLOGIA      

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Última atualização: 08/04/12.