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MEDOS
E
FOBIAS |
PORQUE
SENTIMOS
MEDO?
As
reações
de
medo
e as
fobias
estão
estreitamente
relacionadas
entre
si
por
mecanismos
neurofisiológicos
específicos,
hoje
perfeitamente
identificados
pela
neurociência.
Quando
sentimos
medo
o
nosso
corpo
e a
nossa
mente
participa
como
um
todo
ao
disparar
o
mecanismo
de
alerta
localizado
no
sistema
límbico. Este
sistema
de
alerta
foi
muito
útil
no
processo
de
evolução
do
nosso
cérebro,
mas
hoje
quando
ele
dispara
"fora
de
lugar"
é
muito
inconveniente. |
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O
CÉREBRO
EMOCIONAL
Sistema
Límbico
amigdala
hipocampo
|
Sabemos
que
certos
núcleos
cerebrais
participam
dessas
reações,
disparando
substâncias
bioquímicas
que
atuam
sobre
áreas
específicas
do
nosso
corpo
acionando
um
complexo
mecanismo cognitivo/comportamental,
associado
à
memória
e a
fisiologia
vegetativa.
Quando
mexemos
em
um
desses
circuitos
podemos
alterar
essas
reações
de
forma
dramática.
Por
tal
razão
podemos
ensinar
as
pessoas
a
superarem
seus
temores.
Assim,
as
"reações"
que
levam
as
pessoas
ao
desespero
(pânico),
podem
ser
modificadas,
de
forma
simples
e
segura,
por
meio
de
treinamento
mental,
hipnose,
PNL
etc..
Mas,
em
algumas
pessoas
é
preciso
"chavear"
o
mecanismo
bioquímico
para
manter
o
equilíbrio
estabilizado.
Enquanto
algumas
pessoas
respondem
de
forma
muito
rápida
e
positiva
ao
procedimento
chamado
de
"cura
rápida
de
fobias",
outras
tem
dificuldade
de
resposta
a
esse
procedimento.
CURA
RÁPIDA
DE
FOBIA,
A
ESTRATÉGIA
DA
PNL. |
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PORQUE
SENTIMOS
MEDO? |
MEDOS
-
FOBIAS-
PÂNICO,
INSEGURANÇA...
COMO
SUPERAR
ISSO? |
quando
o
medo
e
mais
profundo.
Alguns
casos
de
medo
tem
uma
profundidade
maior.
Podemos
encontrar
no
reino
animal
respostas
diferenciadas,
mesmo
entre
animais
da
mesma
espécie.
Certos
macacos
criados
separados
dos
outros,
não
reagem
com
medo
frente
a
presença
de
uma
cobra.
Enquanto
outros,
mesmo
sem
nunca
ter
visto
uma
cobra,
reage
com
pavor,
gritando
e
fugindo.
Talvez
haja
uma
transmissão
genética
da
resposta
de
medo.
Nas
técnicas
regressivas
encontramos
"histórias
passadas"
que
explicam
certas
reações. |
AGORAFOBIA
Nos
tratamos
uma
pessoa
que
padecia
medo
de
andar
sozinha
na
rua
(agorafobia).
Ela
tinha
medo
de
morrer.
Sua
mãe
viveu
um
momento
de
muito
pânico
durante
a
segunda
guerra
mundial.
Sua
mãe
morava
em
Paris,
e na
ocasião,
durante
a
segunda
guerra
mundial,
houve
um
tiroteio,
quando
ela
atravessava
a
rua.
O
medo
da
mãe
foi
que
uma
bala
pudesse
atingi-la.
Todo
esse
temor
foi
manifestado
pela
paciente,
durante
o
transe,
sem
que
ela
tivesse
conhecimento
(?)
da
estória
da
sua
mãe.
[O
levantamento
dessa
estória
foi
feito
através
de
uma
sensitiva
em
transe
(captação).
Nós
acompanhamos
esse
caso
quando
trabalhávamos
com
o
Dr.
Eliezer
Mendes,
no
"Instituto
Richet",
em
São
Paulo].
As
vezes
os
medos
da
mãe
podem
ficar
registrados
no
bebê
durante
a
gestação.
Veja
a
estória
do
menino
Claudinei
com
medo
de
ser
cortado
durante
a
cesárea,
relatada
neste
site.
|
VOCÊ
PODE
USAR
ESSES
RECURSOS.
Informe-se
sobre
os
nossos
cursos.
É
comum
ouvirmos
falar
sobre
fobias
classificando-as
segundo
o
pensamento
ou
situação
envolvida
nela.
Você
pode
encontrar
um
excelente
material
referente
as
classificações
no
site
http://www.psicologia.org.br/internacional/gloss.htm
|
MEDO
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