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HIPNOSE
O
começo
de
uma
história.
No
século
XVIII,
o
médico
austríaco
Franz
Anton
Mesmer
"defendeu
a
tese"
que
a
hipnose
era
produzida
por
um
"fluído
universal"
(energia),
do
qual
faziam
parte
todas
as
coisas
do
universo.
Ele
denominou
esse
fluido
de
"magnetismo
animal",
devido
às
características
de
atração
e
repulsão,
semelhante
ao
magnetismo
mineral,
comparando-o
ainda
com
o
fluxo
e
refluxo
das
marés,
influenciado
pela
força
da
lua;
segundo
ele
afirmava
nos
27
aforismos,
publicados
em 1779,
logo
que
ele
chegou
em
Paris, a
sociedade
francesa
o
acolheu
de
forma
calorosa.
A
própria
rainha
da
França,
Maria
Antonieta,
passou
a
freqüenta
a
sua
clínica,
e
d'
Eslon,
o
decano
da
faculdade
de
medicina,
deu
seu
apoio
total
à
Mesmer.
Pela
influência
deles,
o
rei
Luis
XVI
nomeou,
no
dia
11
de
outubro
de
1785,
uma
comissão
de
notáveis
para
investigar
o
tal
magnetismo
animal,
proposto
por
Mesmer,
fazendo
parte
desta
comissão: o
químico
Lavoisier,
o
físico
Franklin,
o
inventor
Guillotin,
Le
Roy,
Baily
e
o
médico
Jussiue.
Mas,
a
teoria
do
magnetismo
animal
não
pôde
ser
confirmada
pela
comissão
investigativa, e
por
isso
Mesmer
foi
destratado
e
considerado
um
charlatão.
Porem,
Jussue,
o
médico
nomeado
pela
Real
Academia
de
Medicina
para
fazer
parte
dessa
comissão,
se
negou
assinar
o
relatório,
alegando
que:
"mesmo
que
não
houvesse
evidência
de
um
fluido
magnético,
as
curas
que
aconteciam
ali,
na
clínica
de
Mesmer,
eram
verdadeiras".
Mesmer,
desgostoso
com
o
veredicto, volta
para
sua
terra
natal,
onde
foi
procurado
por
médicos
nomeados
pelo
imperador
da
Prússia
e
pelo
Czar
da
Rússia,
respectivamente,
que
levam
para
aqueles
paises
o
ensinamento
do
novo
método
de
cura,
sem
se
preocuparem
com
o
veredicto
da
comissão
"científica"
que
condenara
à
Mesmer.
Mesmer
morreu
pobre,
em
1815,
em
Weiler,
às
margens
do
lago
Constanze,
sua
terra
natal,
sem
alcançar
o
seus
sonhos
de
ser
reconhecido
como
o
descobridor
do
novo
método
de
cura:
a
hipnose.
Porem
hoje,
todos
conhecem,
e
reconhecem
a
hipnose
como:
uma
poderosa
ferramenta
de
uso
clínico.
Mesmer
estava
200
anos
à
frente
do
conhecimento
de
sua
época,
seu
erro
foi
pensar
que
o
universo
era
composto
de
uma
única
energia,
e
que
essa
energia
se
modifica
segundo
a
vibração
(freqüência),
como
hoje
é
admitido
pela
ciência
atual.
Isto
dificultou
formular
naquela
época
uma
teoria
mais
adequada
para
o
estado
fisiológico da
hipnose.
Naquela
época
não
era
conhecida
ainda
a
fisiologia
do
sistema
nervoso,
e
muito
menos
a
bioquímica.
Não
havia
nada
que
pudesse
explicar
aquele
método
de
cura. Mesmer,
na
verdade,
procurou
uma
explicação
universal
para
a
doença
e
a
cura,
integrando o
"cósmico"
e
o
biológico,
o
que
hoje
alguns
chamariam
de
visão
holística.
O
sonambulismo
Os
discípulos
de
Mesmer
se
organizaram
na
França,
formando
a
Sociedade
da
Harmonia,
com
a
finalidade
de
dar
seguimento
ao
procedimento
de
cura
introduzido
por
Mesmer.
Em
certa
ocasião,
um
discípulo
de
Mesmer,
Armand
Marc
Jacques
de
Chastenet
marquês
de
Puysegur,
quando
tratava
um
camponês
analfabeto,
chamado
Vitor
Race,
se
deparou
com
um
estado
de
transe
diferente
dos
dois
estados
conhecidos
na
clínica
de
Mesmer.
Vitor
Race
falava
com
mais
lucidez
durante
aquele
estado,
e
parecia
manifestar
conhecimentos
de
uma
pessoa
culta.
Vitor
descreveu
o
seu
estado
patológico
com
luxo
de
talhes,
e
fez
indicações
para
o
seu
tratamento. Puységur,
maravilhado
com
a
sua
descoberta,
chamou
aquele
estado
de
sonambulismo
artificial
(ou
sonambulismo
lúcido),
atribuindo-lhe
a
capacidade
de
aumentar
a
lucidez
do
sujeito,
tornando-o
capaz
de
ler
o
pensamento
de
outras
pessoas,
descobrir
coisas
ocultas
etc.
(1807). Puysegur
mudou
o
enfoque
do
fluido
magnético
para
um
enfoque
psicológico:
a
influência
da
vontade
(Recherches
Physiologique
sur
l´homme
dans
l´état
de
somnambulisme,
1811)
O
público
maravilhado
lotava
os
salões
para
assistir
as
demonstrações
dos
magnetizadores
e
seus
sonâmbulos.
Com
isto
o
mesmerismo
saia
do
âmbito
médico
para
entrar
no
mundo
dos
espetáculos. O
sonambulismo,
descoberto
por
Puységur,
levantava
um
outro
véu
dos
fenômenos
da
mente:
a
comunicação
não
verbal,
que
naquela
época
foi
denominada
de
transmissão
do
pensamento
(sobre
isto
falamos
em
outra
parte
deste
site).
Assim
o
sonambulismo
passou
a
substituir
a
idéia
do
magnetismo
animal,
centrando-se
na
idéia
do
fenômeno
mental
(psicológico).
O
abade
Faria.
Em
1813,
surgiu
em
Paris,
o
abade
José
Custódio
Faria,
um
português
criado
em Goa,
na
Índia,
ele
fazia
demonstrações
públicas
com
a
finalidade
de
desmoralizar
o
magnetismo
animal
de
Mesmer..
Faria
atribuía
o "transe
magnético"
à
uma
maior
ou
menor
fluidez
do
sangue
no
cérebro.
O
abade
produzia
a
hipnose
por
meio
de
uma
ordem
imperativa:
Durma!
e
a
pessoa
"dormia".
Acorde!
e
a
pessoa
voltava
ao
estado
normal. As
pessoas
executavam
diversos
atos
por
meio
de
uma
simples
ordem
verbal.
Elas
representavam
papeis sugeridos
durante
esse
estado.
Faria
foi
o
primeiro
"hipnotizador
teatral"
a
empolgar
as
platéias
com
a
hipnose.
Mas
sua
fama
durou
pouco.
Faria
caiu
em
desgraça
quando
um
ator
cômico,
simulando
estar
em
estado
de
transe,
por
ele
induzido,
fazia
gestos
para
a
platéia
que
ria
estrondosamente
quando
o
desavisado
abade
ficava
de
costas
para
ele,
sem
se
perceber
dos
seus
gestos
cômicos.
Muito
se
valorizou
a
idéia
de
Faria
que
pretendia
combater
o
mesmerismo
com
a
idéia
da
fluidez
do
sangue
no
cérebro.
Na
época
as
sangrias
estavam
na
moda,
e
o
abade
Faria
sugeria
que
elas
facilitavam
o
transe.
O
mesmerismo
como
terapia.
Os
seguidores
de
Mesmer
se
sentiam
na
obrigação
de
difundir
o
mesmerismo.
O
barão
de
Du
Potet
iniciou
o
médico
inglês
Elliotson,
na
prática
do
mesmerismo,.
Eliotson
funda
na
Inglaterra
o
primeiro
hospital
dedicado
ao
tratamento
mesmérico,
e
publica
em
1843
"Zoist",
a
primeira
revista
especializada
sobre
o
mesmerismo
e
suas
aplicações
na
medicina.
Por
sua
vez, outro
médico
inglês,
J.
Esdaile,
destacado
na
Índia,
comunica
à
Academia
Britânica
de
Medicina,
a
sua
experiência
pessoal
com
o
mesmerismo,
praticando
3000
intervenções
cirúrgicas
sem
dor,
usando
o
estado
mesmérico
como
anestesia.
Em
1842,
foi
a
vez
do
cirurgião inglês
James
Braid,
redefinir
e
"rebatizar"
a
hipnose.
Durante
uma
demonstração
de
mesmerismo,
realizada
pelo
francês
Lafontaine,
Braid
foi
convidado
à
examinar
um
sujeito,
em
transe
mesmérico,
e
constatou
que
aquele
paciente
não
sentia
dor
ao
introduzir-lhe
uma
agulha
embaixo
da unha,
enquanto
o
seu
amigo
Wilson,
que
era
oftalmologista,
observou
que
os
olhos
daquele
paciente
estavam
entornados
para
dentro
e
para
cima,
e
não
apresentavam
o
reflexo
palpebral.
Ao
retornar
à
sua
casa,
Braid
fez
uma
experiência,
pediu
que
a
sua
esposa,
e
mais
um
auxiliar
seu,
olhasse
fixamente
para
um
objeto
brilhante
e,
acabo
de
poucos
minutos,
os
dois
sujeitos
entraram
num
estado
semelhante
ao
produzido
por
Lafontaine. Ele
considerou
aquele
estado
um
sono
artificial,
produzido
pelo
cansaço
do
nervo
óptico.
Braid
denominou
esse
estado
de
Neuro-hipnotismo.
Braid
publica
em
1843,
suas
observações
com
o
título:
"Neurypnology
or
the
Rationale
of
Nervous
Sleep" .
Assim
o
hipnotismo
surgiu
com
um
novo
vigor
e
nova
roupagem.
Novamente
na
França.
Azam,
de
Bordeaux,
em
1859,
traduz
para
o
francês
a
obra
de
Braid,
reativando
assim
o
interesse
dos
médicos
franceses
pelo
estudo
do
hipnotismo.
O
cirurgião
Brocca
passa
a
fazer
uso
do
hipnotismo
como
anestesia
em
diversas
cirurgias.
Por
sua
vez
o
grande
neurologista
francês
Jean-Martin
Charcot, introduziu
o
estudo
do
hipnotismo
no
hospital
da
Salpetriére,
induzindo
as
suas
pacientes
"histéricas"
ao
transe
por
meio
de
estímulos
fortes,
tais
como:
uma
batida
de
gongo,
um
feixe
de
luz
de
um
arco
voltáico,
repentinamente
aceso
frente
aos
olhos
da
paciente,
ou
uma
fricção
no
vértice
da
cabeça,
uma
compressão
forte
de
um
ovário
etc.
Chacot
pensava
que
a
hipnose
fosse
um
estado
patológico,
produto
da
histeria,
"doença"
que
ele
havia
descrito
com
luxo
de
detalhes.
Charcot
dividia
a
hipnose
em
três
estados
bem
diferenciados:
a)
letargia,
o
paciente
apresenta
uma
total
flacidez
muscular.
b)
catalepsia,
o
paciente
apresenta
uma
forte
rigidez
muscular.
c)
sonambulismo,
neste
estado
o
paciente
reproduz atitudes
e
obedece
as
ordens
sugeridas.
Tudo
é
sugestão.
Coube
então,
a
outro
médico
francês,
Henry
Bernheim,
professor
de
medicina
em
Nancy,
demonstrar
que
a
hipnose
não
era
um
estado
patológico
como
postulava
Charcot,
mas
era
um
estado
psicodinâmico
normal,
produzido
pela
sugestão,
e
que
as
pessoas
quando
mais
inteligentes
e
normais
sejam,
melhor
e
mais
facilmente
entram
em
hipnose
profunda.
Demonstrou
também
que
os
três
estados
descritos
por
Charcot,
eram
produtos
da
sugestão.
Respostas
fisiológicas.
Em
1886,
Beaunis,
professor
da
escola
de
medicina
de
Nancy,
publica
suas
pesquisas
sobre
o
sonambulismo,
sendo
o
primeiro
em
realizar
medições
de
varias
respostas
fisiológicas
durante
o
transe
hipnótico.
Junto
com
Alfred
Binet,
Beaunis,
pesquisou
também
as
alterações
da
personalidade
e
os
automatismos
psicológicos
induzidos.
Freud
e
a
hipnose.
No
final
do
século
XIX,
um
médico
de
Viena,
Sigmund
Freud,
junto
com
seu
colega
J.
Breuer,
passam
a
usar
a
hipnose
como
procedimento
terapêutico. Após
ter
feito
um
estágio
com
Charcot,
na
Salpetriére,
e
mais
tarde
com
Bernheim,
em
Nancy,
Freud
passou
a
tratar
os
seus
pacientes
com
a
hipnose,
procurando
que
os
pacientes,
durante
o
transe
hipnótico, "voltassem
a
reviver",
ou
lembrar,
os
episódios
(traumas)
geradores
daqueles
sintomas,
e
assim
conseguia
uma
rápida
remissão
dos
sintomas.
Regressão
hipnótica.
Hoje
poderíamos
chamar
aquele
procedimento
de
Freud,
de
"regressão
de
memória", embora
Freud
preferisse
chamar
de
catarse,
mas
na
verdade,
ele
estava
naquele
momento,
usando
uma
técnica
de
regressão
hipnótica.
Mais
tarde, o
próprio
Freud
desenvolveu
um
novo
método
de
cura,
modificando
o
seu
método
inicial que
se
apoiava
na
hipnose.
Neste
novo
método,
denominado
Psicanálise,
a
hipnose
é
substituída
pela
associação
de
idéias
e
pela
interpretação
dos
sonhos
(1900), deixando
de
lado
o
uso
da
hipnose ( veja
Milton
Kline,
"Freud
y
la
Hipnosis".
Editora
Paidos
).
A
FISIOLOGIA
DO
SONO
E
DA
HIPNOSE.
Enquanto
isto,
na
Rússia,
o
grande
fisiologista
Ivan
Petrovich
Pavlov,
demonstrou
por
meio
do
estudo
dos
reflexos
condicionados
(associação
de
um
estímulo
indiferente
luz,
som
etc.
a
uma
função
fisiológica
ativada), que
a
hipnose
é
uma
forma
de
resposta
do
sistema
nervoso
central,
comum
ao
homem
e
aos
animais,
e
nada
tem
de
misterioso.
Por
sua
vez,
o
seu
discípulo
Bikov
demonstrou
também
que
todos
os
órgãos
internos
respondem
ao
mecanismo
dos
reflexos
condicionados
("El
Trabajo
de
la
Corteza
Cerebral",
Moscou).
Por
sua
vez
K.
Platonov,
outro
discípulo
de
Pavlov,
demonstrou
que
a
palavra
(no
estado
hipnótico)
podia
modificar
as
funções
de
todo
o
organismo,
corrigindo
e
alterando
os
reflexos
condicionados. Isto
tornou
possível
o
controle
das
funções
dos
órgãos
internos
por
meio
do
treinamento
reflexo
e
da
hipnose ("La
Palabra
como
Factor
Fisiológico
y
Terapeutico",
Moscou,
1930,
reeditado
em
1958).
No
começo,
Pavlov,
erroneamente,
chegou
também
a
pensar
que
a
hipnose
fosse
uma
"inibição
cortical"
semelhante
ao
sono.
Naquela
época
a
fisiologia
dos
mecanismos
cerebrais
ainda
não
era
bem
conhecida,
e
muito
menos
a
bioquímica
do
sistema
nervoso
(que
só
passa
a
ter
importância
a
partir
da
década
de
50,
após
a
descoberta
dos
neurotransmissores).
Mas,
mesmo
assim,
a
"reflexologia
pavloviana"
abriu
uma
enorme
possibilidade
de
pesquisa
sobre
os
mecanismos
neurofisiológicos
da
hipnose,
demonstrando
de
modo
inquestionável
a
realidade
da
resposta
hipnótica
e
o
seu
valor
terapêutico.
O
livro
de
Platonov
foi,
e
continua
sendo
até
hoje,
2005,
um
clássico
obrigatório
no
uso
da
hipnose.
O
estudo
moderno
da
hipnose.
A
partir
da
década
de
50,
médicos
e
psicólogos
americanos começam
estudar
a
hipnose
mais
profundamente. Eles
estudaram
o
comportamento
das
pessoas
em
hipnose,
mediram
a
atividade
elétrica
cerebral,
e
chegaram
assim
a
compreender
melhor
a
natureza
psico-dinâmica
da
hipnose.
Destacando-se
os
trabalhos
dos
doutores:
Clark
Hull,
Davis
&
Husban,
André
M.
Weitzenhoffer,
Le
Cron,
Bordeaux,
Milton
V.
Kline,
Wolberg
e
Milton
Erickson,
este
último
considerado
o
criador
da
"Hipnose
Moderna"
ou
"Hipnose
Ericksoniana"
como
é
denominada
e
difundida
hoje
em
dia.
Hoje
sabemos
que
a
hipnose
não
é
sono,
mas,
se
assemelha
muito
com
a
atividade
REM
(o
sonhar),
estando
muito
próximo
da
ensonhação,
da
meditação
e
dos
estados
alterados
de
consciência, estados
estes,
amplamente
estudados
na
técnica
do
biofeedback
(veja
mais
sobre
esta
técnica
neste
site).
A
hipnose
e
o
cotidiano.
Hoje
sabemos
também
que
a
hipnose
faz
parte
da
vida
psíquica
normal
do
homem.
A
hipnose
não
é
patológica
nem
perigosa.
Toda
comunicação
é
hipnose.
Toda
emoção
intensa
é
hipnose.
"A
hipnose
é
um
estado
emocional
intensificado
(emoção
estabilizadora
ou
alteradora) ,
usado
por
todas
as
mães
desde
o
nascimento
de
seus
filhos"
(
Galina
Solovey
e
Anatol
Milechnin,
"El
Hipnotismo
de
Hoy").
A
hipnose
é
comunicação
de
idéias,
ela
está
presente
em
toda
comunicação
humana.
"Tudo
é
hipnose,
nada
é
hipnose" ,
diz
Richard
Bandler
e
John
Grinder.
Toda
hipnose
é
auto-hipnose.
Ninguém
pode
ser
hipnotizado
contra
a
sua
vontade.
A
pessoa
hipnotizada
está
sempre
no
comando.
O
hipnotizador
é
um
mero
instrutor
que
ensina
às
pessoas
trabalharem
com
os
seus
estados
alterados
de
consciência (Charles
Tart),
estados
emocionais
intensificados
(Galina
Solovey),
ou
psicotranse
(Eliezer
C.
Mendes).
A
hipnose
obedece
a
fisiologia
das
emoções
básicas,
reguladas
pelo
sistema
límbico
e
pela
resposta
neurovegetativa
(simpática/parasimpática). |