REENCONTROS     

                                  É POSSÍVEL FALAR COM OS  MORTOS?

                                     NECROMANTEUM
  
                                      
Νεκρομαντειον
 
                               O   LUGAR ONDE OS GREGOS "FALAVAM" COM OS MORTOS.

                                                   

                   Ruínas do Necromanteum, em Éfira, na Grécia, descobertas pelo arqueólogo
                   Sotiris Dakaris em 1956. 
                   Aqui os antigos gregos procuravam entrar em contato com os seus seres queridos
                   que já tinham partido.
                   Embora os gregos cultivassem a beleza do corpo sadio, o esporte e a saúde,
                   também se ocuparam da possibilidade de comunicarem-se com os mortos. 
                  Nos conta Homero, Plutarco, Platão e Heródoto que os gregos faziam uso de
                  uma superfície metálica polida para ver as imagens daqueles que a morte levara.

    NECROMANTEIA 
   A ARTE GREGA DA COMUNICAÇÃO COM OS MORTOS,
   VISTA POR MÉDICOS E PSICÓLOGOS DO SÉCULO XXI.

 

 
Hoje renasce o interesse, entre os pesquisadores, por uma estranha prática dos povos antigos, muito especialmente dos antigos gregos: "falar" com os mortos. 
Será realmente possível a comunicação com os mortos?
O médico Raymond Moody Jr., autor do bestseller "Vida Depois da Vida", livro que despertou o interesse científico sobre as EQM (experiência de quase morte), analisando os depoimentos de pessoas que durante um ataque cardíaco, ou uma cirurgia foram declaradas "clinicamente mortas", e logo reanimadas, elas se viram fora do corpo, e registraram o comportamento da equipe médica que atuara durante a reanimação, o que se considerava impossível na época; Moody trás agora, em "REENCONTROS", a técnica usada pelos gregos para estabelecer o contato com os mortos. 
Em 1993, Moody visita as ruínas descobertas por Dakaris, e constrói uma sala em sua casa, onde reproduz a experiência grega que permite um estado mental, no qual as pessoas revêem os seus seres queridos que já partiram.
Em 1995, em Buenos Aires, a psicóloga Ana Inês Avruj, junto com o seu marido, o engenheiro Julio Avruj e o seu filho Ciro Gabriel, também construíram  um "Psicomanteum",  reeditando a experiência de Moody.
A experiência de "contato" com os mortos, geralmente produz uma modificação na psique, transformando as pessoas, afirma a psicóloga argentina.
Podemos falar com os mortos?
Será isso realmente possível? 
O que acontece no cérebro das pessoas que dizem ter visto ou se comunicado com os seus mortos?
O psicólogo e neurocientista Michael Persinger, de Montreal, Canadá, vem fazendo experiências com campos magnéticos sobre o cérebro de pessoas normais, demonstrando que as pessoas relatam sensações de presença e visões de pessoal mortas, constatando que esses estímulos magnéticos ativam fenômenos alucinatórios.   
 Uma experiência singular.

(1). Durante um curso de Parapsicologia, ministrado por nós no Instituto Uruguayo de Parapsicologia, em Montevidéu, realizamos a seguinte experiência:
Levamos um aluno do curso ao transe hipnótico, e sugerimos que ele fosse até um endereço fornecido por outro aluno que ele não conhecia. 
Ele descreve: - "Vejo uma porta amarela, de  chapa, a porta está amassada".
Sugerimos: - Entre e descreva o que você vê.
Ele descreve os móveis de uma sala de jantar e os quadros na parede. Descreve outros ambientes e uma porta que dá para o quintal. Ele vai até o quintal e descreve dois cachorros. Descreve o tamanho e o pelo dos animais.
Depois de tira-lo do transe pedimos à pessoa que forneceu o endereço, que analise o que ele falou. 
Ela diz: - "A porta já não está mais amassada, ela foi concertada, ela foi pintada de outra cor, antes era amarela e, um dos cachorros já morreu".

O que é isto? 
Hiperestesia? Captação? Visão remota? Viagem no tempo? Coincidência?

Interprete como quiser.Você pode repetir essa experiência se quiser, 27% das pessoas podem ter visões dessa ordem, é só experimentar. 
Experimente!

Informe-se dos nossos cursos. 
Aqui no CEPAL você aprende sem mistério.
 

Falamos com os mortos ou com o inconsciente?
Veja este caso tratado por nós.
A dona Rosa, mãe de oito filhos, nos procura após a morte do seu filho mais velho. 
Ele morreu num acidente de moto, durante um "racha" , na Cidade Universitária.
Dona Rosa tinha feito uma terapia conosco,  há alguns anos atrás, devido a uma forte depressão. Ela tinha resolvida seu problema em alguns meses de terapia. Passaram-se então quatro anos e agora ela voltava a nos procurar, muito triste, chorando muito.
Perguntamos-lhe:  - Que aconteceu, dona Rosa?
Ela nos responde: - "Meu filho mais velho morreu num acidente".
- Como foi isso? perguntamos-lhe.
Ela nos conta: "Ele estava pegando corrida de moto na, Cidade Universitária,  quando um fusca bateu na sua moto, jogando-o contra uma árvore... ele morreu no ato". 

Agora nos encontrávamos frente a uma situação diferente, anteriormente seu estado depressivo não estava relacionado com nenhuma situação específica, mas agora havia uma causa concreta para sua depressão. 
Pelo meu interior passou uma preocupação muito grande, agora a situação era diferente, com o agravante da perda de um ente querido de forma trágica, estávamos agora frente ao que  chamamos hoje de estresse pós-traumático. 
Resolvemos fazer a captação como procedimento inicial. 
Logo que a sensitiva entra em transe aparece a PS da paciente manifestando a angustia atual da paciente, queixando-se, chorando e sofrendo... 
Depois aparece  a personalidade do se filho morto, dizendo-lhe: "Mãe, eu sempre falei pra você que eu queria morrer pilotando uma moto... você lembra"? 
A dona Rosa conversa com a personalidade do filho falecido, como se ele estivesse vivo, ali presente, conversando com ela. O diálogo se estende por alguns minutos, falam sobre assuntos que ela conhecia, que ele tinha falado com ela antes, inclusivo sobre os passos anteriores e posteriores a sua saída com a moto após o almoço daquele domingo até o momento do acidente. 
A sensitiva não tinha o menor conhecimento desses assuntos. 
No dia seguinte a paciente volta para uma nova sessão (em casos agudos as sessões são mais freqüentes, tratamento intensivo), enquanto a paciente como se tivesse saído de um transe estava tranqüila: Não chorava mais.

Não vamos discutir aqui a "realidade" do manifestado na sensitiva, se é um espírito ou  o subconsciente da paciente, o que queremos demonstrar é o processo dinâmico dessa interação inconsciente que torna possível uma mudança rápida do estado "patológico".  Inúmeros casos já tratados, com resultados positivos, estatisticamente válidos, demonstram isso. 


Link's
http://www.visionintegral.com.ar/

http://www.lifeafterlife.com/

Obs. Todos os link's sugeridos são somente indicados como referências, isso não significa que representem a nossa opinião. 

 

NOS LIMITES DA QUASE MORTE.
As EQM (experiências de quase morte) tem uma importância muito grande no estudo desses fenômenos. Sua freqüência e o fato que acontecem em situações de "crise cerebral", muitas vezes  em estado de ausência de consciência, isso nos levaria  inferir que a experiência interna fosse separada da atividade cerebral, o qual realmente choca com os postulados admitidos pela ciência comum. Os fenômenos PSI, estudados pela parapsicologia, violam um importante conceito relacionado com o binômio tempo/espaço admitindo a precognição, deixando-nos a possibilidade de pensar em uma realidade paralela, que, ao mesmo tempo, faria cruzamento com a realidade material, molecular, roçando o problema da consciência emergente de uma atividade química do cérebro (a química não pode violar esse binômio, toda reação química está circunscrita a ele). Problema parecido encontramos na natureza da luz, onda/fótons.  Assim retornamos ao binômio espírito/matéria, sem solução. 
É de arrepiar!
O QUE MORRE COM A MORTE? 
CONTINUA..............